"Uma criança é como o cristal e como a cera. Qualquer choque, por mais brando, a abala e comove, e a faz vibrar de molécula em molécula, de átomo em átomo; e qualquer impressão, boa ou má, nela se grava de modo profundo e indelével." (Olavo Bilac)

"Un bambino è come il cristallo e come la cera. Qualsiasi shock, per quanto morbido sia
lo scuote e lo smuove, vibra di molecola in molecola, di atomo in atomo, e qualsiasi impressione,
buona o cattiva, si registra in lui in modo profondo e indelebile." (Olavo Bilac, giornalista e poeta brasiliano)

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sábado, 15 de outubro de 2016

O Afeto que transforma a Vida. Projeto Padrinho do Coração

Este blog me traz muito presentes e mais um deles foi a amizade da psicóloga Ana Paula Ribeiro que fez contato comigo falando do lindo projeto do qual faz parte, da ONG Associação Santos Inocentes/Cidade da Criança.
Localizada na Cidade de Irati, Paraná
Um projeto que merece ser conhecido.
A descrição dele me foi enviado por ela, assim como as fotos.
Vamos conhecer?

A psicóloga Ana Paula Ribeiro

Apadrinhamento Afetivo:

O Afeto que transforma a Vida

O Afeto que vai além das paredes do acolhimento institucional.

 

Projeto Padrinho do Coração

O acolhimento institucional de crianças e adolescentes é uma medida de proteção que, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei Federal 8069/1990), deve ser de caráter provisório e excepcional. Porém, antes da Lei 12.010 de 29 de julho de 2009, rubricada como nova Lei da Adoção, observava-se que esse caráter provisório nem sempre se fazia real, ocorrendo casos em que a criança ou o adolescente permanecia por vários anos na instituição de acolhimento (IPEA, 2004). Pensando em uma forma de minimizar as possíveis consequências negativas que esta situação acarretaria, foi (re) implementado, na Associação Santos Inocentes/Cidade da Criança, Irati/Paraná, o Programa Apadrinhamento Afetivo. Este teve início no ano de 2014, por iniciativa da Equipe Técnica desta Organização Não-Governamental, composta na época pela Assistente Social Maria Helena Orreda e pela Psicóloga Ana Paula Ribeiro e, solicitação da Direção da entidade. Seu principal objetivo é garantir às crianças e adolescentes acolhidos a possibilidade de convivência familiar e comunitária prevista no art. 4º, do Estatuto da Criança e Adolescente, o qual afirma que:

É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Neste sentido, o Projeto Padrinho do Coração visa proporcionar experiências e referências afetivas fora do contexto do acolhimento institucional, ou seja, os acolhidos que fazem parte do projeto tem a oportunidade de vivenciarem situações do cotidiano além das paredes da instituição. Ter adultos significativos é fundamental na vida de qualquer criança ou adolescente, especialmente daqueles que passaram por violações promovidas por aqueles que deveriam exercer principalmente o cuidado e/ou zelo. Sendo assim, a existência de projetos de apadrinhamento afetivo que promovam a convivência com adultos e exponham os acolhidos ao Mundo externo (retirando-os por um período do contexto do acolhimento institucional) é essencial.

Critérios: Detalhes que fazem a diferença !

No Projeto de Apadrinhamento Afetivo realizado pela Cidade da Criança qualquer pessoa que tiver mais de 21 anos, porém respeitando a diferença de ter 16 anos a mais que a criança ou adolescente, ter disponibilidade para participar efetivamente da vida do afilhado, participar das Oficinas e Reuniões com a equipe responsável pelo projeto, apresentar documentação exigida (além de documentos pessoais, apresentar também Atestado de Antecedentes Criminais e para Casais é necessário apresentar declaração de concordância do conjugue, certidão de casamento ou declaração de união estável), consentir visitas da equipe multiprofissional em sua residência e respeitar as regras e as normas estabelecidas, então poderá apadrinhar uma criança ou adolescente, ou seja, estará apto. A escolha é feita foi afinidade e empatia. Há uma entrevista com a Equipe Técnica, onde as Coordenadoras do Projeto -  Psicóloga Ana Paula e a Assistente Social Elisane Aparecida Fernandes, através de uma entrevista semi-aberta coletam dados destes futuros padrinhos do coração. O padrinho e a madrinha tornam-se uma referência na vida da criança, mas não recebem a guarda, pois o guardião continua sendo a instituição de acolhimento. Os padrinhos podem visitar a criança e, mediante autorização e supervisão, realizar passeios e até mesmo viagens com as crianças.

Os afilhados: Buscam laços de Proteção.

Serão apadrinhadas as crianças e adolescentes acima de 7 anos de idade que estão com os vínculos familiares rompidos ou com previsão de longa permanência na entidade, podendo estes estar ou não destituídos do Poder Familiar ou crianças e adolescentes institucionalizadas a mais de seis meses, mediante avaliação da equipe multiprofissional, visando a ampliação da rede de apoio afetivo, social, comunitário, para além da entidade. A criança e ou o adolescente indicado para o Projeto também são orientados sobre a proposta para poderem compreender a diferença entre o apadrinhamento e a adoção e discutir as possibilidades de vínculo.

Concluindo ... Construindo laços de Afeto !

O Apadrinhamento Afetivo aparece como um programa que tem a tentativa de amenizar os efeitos trazidos pela institucionalização acompanhando os objetivos apresentados pelo ECA, ou seja, se caracteriza pela participação e acompanhamento do padrinho na vida de uma criança ou adolescente em acolhimento institucional, o que lhe proporcionará uma nova vivência familiar e de integração psicossocial, composta por apoio, carinho, atenção, amor e além de novas experiências em família. Enfatiza-se que a proposta de terceiros oferecerem tempo, orientação e exemplos de vida além das paredes do acolhimento institucional é uma alternativa às crianças e adolescentes em situação de abrigamento, proporcionando-lhes os direitos dos quais estão privados.

Psicóloga Ana Paula Ribeiro

Observação: O Projeto referenciado neste artigo é de iniciativa da ONG Associação Santos Inocentes/Cidade da Criança.
Localizada na Cidade de Irati, Paraná.
O Projeto Padrinhos do Coração foi reimplantado em 2014 pela Assistente Social Maria Helena Orreda e pela Psicóloga Ana Paula Ribeiro. Hoje a Maria H. é voluntária do projeto. A atual assistente social que coordena juntamente com a psicóloga chama-se Elisane Aparecida Fernandes.
Presidente: Renato Pachude
Direção: Irmã Anice Bebber
Administração:
Tatiane Maria Horst Cardoso


Na época o projeto foi aprovado pela Juíza da Infância, pelo Ministério Público e foi apresentado no CMDCA de Irati (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente). 







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Parabéns a todos vocês por essa iniciativa tão importante para esses menores, para terem um futuro com mais consciência da importância dos laços de amizade e de amor.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Comissão aprova presença de psicólogos e assistentes sociais nas escolas


Paraíba, 20/04/2012

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou na quarta-feira (18) proposta que assegura atendimento por psicólogos e assistentes sociais a alunos das escolas públicas de educação básica. O texto aprovado é o substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 3688/00, do ex- deputado José Carlos Elias.
Essa versão do Senado retirou da proposta aprovada anteriormente na Câmara a determinação de que o atendimento psicológico e assistencial deveria ser prestado por psicólogos do Sistema Único de Saúde (SUS) e assistentes sociais dos serviços públicos de assistência social. Pelo texto aprovado, as redes públicas contarão com equipes multidisciplinares próprias, sendo que algumas necessidades específicas de alunos poderão ser tratadas em parceria com o SUS.

O relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), recomendou a aprovação da proposta, por considerar que as equipes multiprofissionais serão capazes de atuar tecnicamente na mediação das relações sociais e institucionais.

O projeto dá um ano, a partir da publicação da lei, para que os sistemas de ensino se adaptem à nova regra.


O relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), recomendou a aprovação da proposta, por considerar que as equipes multiprofissionais serão capazes de atuar tecnicamente na mediação das relações sociais e institucionais.

O projeto dá um ano, a partir da publicação da lei, para que os sistemas de ensino se adaptem à nova regra.

Tramitação
O substitutivo do Senado ainda será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser incluída na pauta do Plenário.

Íntegra da proposta:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=20050

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Marcelo Oliveira

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A Senza Frontiere visita a SIS

A Senza Frontiere na Sociedade Irmãos Solidários

A Senza Frontiere Visitando a Sociedade Irmãos Solidários. Uma amizade que gerará bons frutos para muitas crianças e adolescentes que moram no surbúrbio de Salvador. A Senza Frontiere também trabalha com sustento a distância de criança que têm famílias. [As imagens são devidamente autorizadas pelos pais].

Aproveitamos a estadia no Brasil para conhecer de perto os trabalhos da SIS e estudar como podemos contribuir da Itália.

Essas são algumas das crianças beneficiadas pela SIS, dirigida pela querida Lúcia Mascarenhas, que faz um belíssimo trabalho de ajuda a toda a comunidade há mais de 11 anos. Junto à ela trabalha uma equipe muito humana e empenhada composta também por voluntários.


Por Cintia Liana

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

10 dias no Brasil a trabalho

Google Imagens

Caros amigos,

dia 10 de agosto cheguei no Brasil, vim a Salvador a trabalho por 10 dias. Ainda bem que é a cidade em que nasci e em que reside a minha família. Uma parte da equipe da Senza Frontiere chegará dia 14. Teremos reuniões com advogados e vistaremos instituições de sustento a famílias. Muitos projetos virão.

Mentalizem para que tudo dê certo.

Enquanto estou aqui, também aproveito para estar perto das pessoas que amo e ver velhos amigos que trabalham em prol da criança e do adolescente.

Uma abraço.

Por Cintia Liana

domingo, 17 de abril de 2011

Juizado da infância implanta projeto "Caminho Legal da Adoção"

Foto: Mandy Lynne

Com a finalidade de orientar e esclarecer os usuários e profissionais da saúde sobre os procedimentos da adoção e os riscos que permeiam o assédio às mães que desejam doar seus filhos a terceiros, o Juizado da Infância e Juventude da comarca de Porto Velho, por meio da Seção de Colocação Familiar, criou o Projeto Caminho Legal da Adoção.

O projeto pretende estimular a busca por inscrição cadastral dos pretensos pais adotivos, a fim de que se diminua o índice de adoções prontas ou vinculadas (aquelas em que são regularizadas depois que as crianças já estão com os pais adotivos) possibilitando assim, que os habilitados concretizem o processo de adoção conforme ordem do Cadastro Nacional de Adoção, dentro de um menor tempo de espera. Registrar uma criança como filho biológico sem o ser caracteriza crime de falsidade ideológica.

Além disso, por meio do projeto, o setor faz palestras educativas, promove oficinas, fóruns de debates (com a participação de um facilitador/palestrante), elabora e distribui material informativo (folders, cartilhas, banners, cartazes) sobre a temática da adoção ilegal e a lei da adoção nas unidades de saúde materno-infantil e planejamento familiar públicas e privadas, localizadas no município de Porto Velho. As ações são realizadas em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, com a participação de agentes comunitários de saúde e outros profissionais envolvidos no atendimento à crianças e adolescentes.

Experiência positiva

A primeira etapa do projeto foi realizada em março com os profissionais da Maternidade Municipal Mãe Esperança, em Porto Velho, e o resultado, segundo a avaliação dos participantes foi satisfatória, pois proporcionou maior esclarecimento sobre os caminhos a serem seguidos nas situações em que as mães não querem ou não podem ficar com seus filhos. Os próximos encontros ocorrerão nos meses de abril, maio e junho. Envolverão as policlínicas e os postos de saúde do município de Porto Velho.

De acordo com os profissionais da Seção de Colocação Familiar do Juizado, a previsão é de que em 2011 sejam realizados outros 19 workshops, sendo 18 direcionados aos servidores das unidades de saúde do município e 01 para os técnicos do Hospital de Base Ary Pinheiro. Ainda segundo os responsáveis pelo projeto, está previsto um Seminário com a mesma temática, que contará com a participação de profissionais de outros estados com boas experiências nessa área de Adoção. O evento será aberto a todos os profissionais da rede pública e privada de saúde e áreas afins.



Postado Por Cintia Liana

quinta-feira, 31 de março de 2011

Mãe Legal é o novo projeto do TJPE

Foto: Imagem doada por uma mãe e amiga.
Ela (sentada) recebendo a sua filha em 2007.
 Eu (lado direito da foto) participando do encontro.
A avó com a nova neta nos braços.

TJPE lança Mãe Legal na Maternidade Barros Lima
Extraído de: Poder Judiciário de Pernambuco

A poiar mães interessadas em entregar seus filhos para adoção, oferecendo amparo legal durante todo o processo. Este é um dos objetivos do Programa Mãe Legal, desenvolvido pelo Núcleo de Curadoria Especial e Proteção à Família (NUCE), da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife. Na manhã desta sexta-feira (18), às 10h, o coordenador da Infância e Juventude de Pernambuco, desembargador Luiz Carlos Figueiredo, lançou o Programa na Policlínica e Maternidade Professor Barros Lima, em Casa Amarela. O evento marcou a assinatura de um convênio firmado entre o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e a Prefeitura do Recife para ampliação do referido projeto.

"Mãe Legal é o novo projeto do TJPE "

Além dos procedimentos legais, o Programa Mãe Legal busca combater a visão preconceituosa acerca das mães que entregam seus filhos para adoção. Essas mulheres geralmente são vistas como negligentes e são acusadas de não assumirem uma responsabilidade a qual, muitas vezes, não estão preparadas para efetuar. Em alguns casos, a própria família não tem condições de oferecer o pleno desenvolvimento da criança. "Não há, como objetivo, o julgamento desta mulher. Nós temos sim o interesse em acolher e proteger esta mulher da decisão, fortalecendo a sua cidadania", disse o juiz da 2º Vara da Infância e Juventude do Recife, Élio Braz Mendes, que também é coordenador e executor do Programa Mãe Legal.

Em seus discursos, o desembargador Luiz Carlos, em nome da presidência do TJPE, e o secretário municipal de saúde, Gustavo Couto, representando o prefeito, corroboraram a opinião de que o Mãe Legal, mais do que simplesmente encaminhar crianças para a adoção, é uma legitimação do direito a vida e a saúde de mulheres e crianças. "A sociedade não consegue entender o gesto de amor da mãe que entrega o filho para adoção", disse o desembargador Luiz Carlos.

A iniciativa do Poder Judiciário surge em prol do diálogo e busca identificar possíveis dificuldades que estejam levando a mulher a querer entregar a criança para adoção. Assim, o Programa Mãe Legal vai realizar intervenções no sentido de solucionar esse tipo de problema. Se mantido o desejo da mãe de entregar a criança para adoção, a prioridade é que esta seja levada ao convívio de sua família, com a qual mantém vínculos afetivos e de afinidade. Se não for possível esse convívio, então o nome da criança é inserido no Cadastro Nacional de Adoção.

O programa começou em julho de 2009, com a intenção de atender as demandas surgidas com a promulgação da Lei 12.010 de 2009, também conhecida como "Nova Lei de Adoção". Desde então, foram 20 mulheres atendidas, sendo que apenas uma entregou seu filho para adoção. A equipe do Mãe Legal conta com psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e advogados do Núcleo de Curadoria, dando o devido amparo num momento tão delicado para a mulher.

Ana Cláudia Souza, psicóloga e coordenadora do NUCE, contou um dos 20 casos de sucesso do atendimento do Mãe Legal. Uma adolescente de 14 anos, estuprada por um traficante, que a ameaçou de morte caso desse à luz a criança. "De início, ela entregaria a criança, mas após o parto, quis conversar com a nossa equipe. Uma avó dela, que morava em outra cidade, aceitou recebê-la. A mãe aceitou ficar com a criança, mesmo sendo vítima de violência".

A diretora da Policlínica e Maternidade Barros Lima, Adriana Rita Carneiro, que abriu a solenidade, disse estar honrada por receber a abertura do programa, já que foi sua unidade a primeira a encaminhar alguém para o programa. Para ela, foi muito importante a parceria com o TJPE "porque o Judiciário se dispôs a vir aqui na unidade treinar nosso pessoal, para que pudéssemos entender melhor essa lei. Eles estão muito abertos para nos acolher e nos ajudar".

O objetivo, com a assinatura do convênio entre o TJPE e a Prefeitura do Recife é a ampliação do Mãe Legal, através do treinamento dos profissionais do Programa Saúde da Família. Somadas às oito maternidades já envolvidas, serão mais de 3 mil profissionais de saúde atendendo a população pelo programa. O juiz Élio Braz ressaltou o pioneirismo do Estado na preocupação da saúde das gestantes, parturientes e crianças. "A lei nem existia, mas em Pernambuco já se discutia sobre direitos de adoção", disse o juiz.

Também estiverem presentes à solenidade a promotora Ana Maria Maranhão, da Infância e Juventude; Edvaldo Luz, conselheiro tutelar e coordenador da RPA-3B; a promotora Ana Carolina Sá Magalhães, coordenadora dos Centros de Apoio Operacional (CAOPs) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), representando a Procuradoria Geral da Justiça; e Gabriel Pereira, agente do Programa de Saúde da Família, que foi quem batizou o programa.
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Wesley Prado | Ascom TJPE

Postado Por Cintia Liana

domingo, 6 de março de 2011

"Famílias do Coração". Por Cintia Liana

Foto: Cintia Liana. Projeto piloto "Famílias do Coração".

Em 2008 realizei junto às jornalistas Jeane Barreto e Thaís Seixas, em parceria com a FSBA, este projeto piloto para um quadro de TV sobre adoção e agora mostro para vocês em primeira mão.

Quero agradecer ao casal André e Silvana, sempre presentes em todas as iniciativas na luta pela adoção. Pessoas encantadoras e de coração enorme. Um abraço a Thiago e Mariana, lindos!

Agradeço também aos pais e às crianças, que estão junto a mim na foto de fundo, pela autorização em usá-la no vídeo.






Por Cintia Liana

domingo, 10 de outubro de 2010

GAFI - Grupo de Apoio à Família e à Infância

Fotos: Cintia Liana. Todas autorizadas pelos dirigentes da GAFI.
Neste blog não existem fotos de crianças para adoção.

Foto: Cintia Liana com crianças da GAFI e Associação "Um mundo melhor"

Foto: ambulatório fechado por falta de profisionais

Foto: Irmã Ricarda com algumas crianças beneficiadas

Foto: Crianças maiores almoçando

Foto: Irmã Ricarda, professora e crianças fazendo a oração da tarde


O GAFI, Grupo de Apoio à Família e à Infância, fica no Povoado de Gangú em Acajutiba-BA.

A pedido da entidade italiana para a qual eu trabalho fui conhecer e visitar a Irmã italiana Ricarda.

Esta senhora com mais uma equipe de 7 pessoas muito generosas alimentam e educam mais de 200 crianças entre 2 e 12 anos de idade, ajudam às suas respectivas famílias carentes e dedicam suas vidas a fazer o bem.

Contam com uma horta criada por eles, onde tiram algumas hostaliças para a alimentação das crianças; uma casa de farinha, para consumo da comunidade e alguma venda para pessoas da região; um centro comunitário, para espetáculos das crianças; uma pequena igreja, onde organizam encontros e um ambulatório montado, mas sem profissionais.

A associação passa por dificuldades financeiras, pois recebe uma ajuda da prefeitura que não é suficiente, conta com algumas poucas doações de amigos italianos e nada recebem do Governo Federal ou Estadual.

Eu estive lá e constatei o sério trabalho desenvolvido e o impenho de amor que eles têm pelo próximo.

Para ajudar, entre em contato através do e-mail: ufm_gafi@hotmail.com (Anunciata ou Elisângela).


Por Cintia Liana

Livro da Psicóloga Cintia Liana sobre o percurso de construção da família através da adoção e seus aspectos psicológicos
Para comprar ou visualizar:
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
(2ª Edição - 2012)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Adoção na TV

Em 2008, juntamente com amigos jornalistas, o apoio de algumas famílias adotivas amigas e em parceria com a FSBA (Faculdade Social da Bahia) e a Pex Vídeo, corri para fazer uma piloto de um quadro de TV sobre adoção, nascido de um projeto idealizado por mim há mais de 3 anos.
O desejo é trazer para a TV os mais diversos assuntos sobre adoção, com o objetivo de desmistificar preconceitos e apoiar a adoção, afinal as crianças abrigadas estão esperando por suas novas famílias. Para isso, temos que mostrar aos diretores de TV a necessidade desse projeto e em como tem gente que espera por essa iniciativa.

Foto: A jornalista Noêmia Melo e a psicóloga e apresentadora do quadro de TV Cintia Liana (Cintia tambem no vídeo).

Foto: Cintia Liana, Noêmia Melo e o editor de vídeo Sandro Lucena.

Foto: As jornalistas Thaís Seixas e Jeane Barreto e a psicóloga Cintia Liana.

Foto: Cintia Liana opinando na edição do primeiro piloto.

Foto: Didi editando o primeiro piloto.

Foto: Os cinegrafistas Edilson e Didi, as jornalistas Thaís Seixas e Jeane Barreto e a psicóloga Cintia Liana.
Foto: Cintia Liana e a linda Mariana (no vídeo - imagens autorizadas pelos responsáveis).

Foto: Cintia Liana conferindo a sua performance na apresentação do vídeo.

Foto: Cintia Liana estudando a pauta.

Foto: Cintia Liana entre um texto e outro

Foto: A psicóloga e apresentadora Cintia Liana, as jornalistas Noêmia Melo e Jeane Barreto, o cinegrafista Henrique e o entrevistado, o advogado Durval Baraúna, um grande amigo da psicóloga.

Foto: Cintia Liana

Amigos, ajudem a divulgar a iniciativa!
Por Cintia Liana