"Uma criança é como o cristal e como a cera. Qualquer choque, por mais brando, a abala e comove, e a faz vibrar de molécula em molécula, de átomo em átomo; e qualquer impressão, boa ou má, nela se grava de modo profundo e indelével." (Olavo Bilac)

"Un bambino è come il cristallo e come la cera. Qualsiasi shock, per quanto morbido sia
lo scuote e lo smuove, vibra di molecola in molecola, di atomo in atomo, e qualsiasi impressione,
buona o cattiva, si registra in lui in modo profondo e indelebile." (Olavo Bilac, giornalista e poeta brasiliano)

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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Adolescente lança livro sobre adoção homoafetiva

Alysson Miguel Harrad Reis
Foto: Prefeitura de Curitiba (Página no Facebook)

O adolescente Alysson Miguel Harrad Reis escreveu o livro “Jamily, a Holandesa Negra”. O livro fala sobre a adoção homoafetiva.

Alysson é filho de um casal homoafetivo e narra no livro uma história de destituição de pátrio poder por violência doméstica, a passagem por sete abrigos, a convivência em família acolhedora até a adoção, há três anos pelo casal . “Meu conceito de família é quem cria, dá educação, carinho e limites e incentiva a responsabilidade e autonomia”, disse Alysson Reis. 

A história é contada através da personagem Jamily, uma adolescente etíope que foi adotada por um casal homoafetivo holandês, que fazia trabalho voluntário, pelas Nações Unidas na África. É uma ficção baseada na experiência pessoal de Alysson, adotado aos 11 anos.

Fonte: Prefeitura de Curitiba (Página no Facebook)
https://www.facebook.com/PrefsCuritiba

sábado, 6 de outubro de 2012

Novo livro Fina Presença da psicóloga Cintia Liana

Capa do livro Fina Presença, da psicóloga Cintia Liana

Agradeço a quem pediu! Aí está o novo livro do blog Fina Presença. Disponível para compra no link: https://www.agbook.com.br/book/134081--Fina_Presenca

Fina Presença. Psicologia, Consciência e Arte
Autora: Cintia Liana Reis de Silva

Este livro traz a coletânia dos textos, frases e pensamentos mais lidos do blog Fina Presença (www.finapresenca.blogspot.com).

Se trata de uma adaptação para que os leitores do blog possam levar as doces e lúcidas palavras da psicóloga Cintia Liana aonde quer que seja e ainda presentear como modo de motivar quem se gosta a refletir sobre os aspectos apresentados, como a importância e o caminho do autoconhecimento, a consciência, a arte, o amor, a felicidade e a vida.

Após tantos pedidos, os textos foram todos organizados, revisados e reunidos neste livro.

Aproveitem a fina leitura.


sábado, 31 de dezembro de 2011

"Vinte coisas que filhos adotados gostariam que seus pais adotivos soubessem"

Mandy Lynne

Extraído do livro “Vinte coisas que FILHOS ADOTADOS gostariam que seus PAIS ADOTIVOS soubessem”, de Sherrie Eldridge.

“Sofri uma perda profunda antes de ser adotado. Você não é responsável”.

“Preciso que me ensinem que tenho necessidades especiais decorrentes da perda da adoção, das quais não tenho por que me envergonhar”.

“Se não lamentar minhas perdas, minha capacidade de receber amor de você e dos outros ficará comprometida”.

“Meu pesar mal resolvido pode vir a tona como raiva de você”.

“Preciso de ajuda para lamentar minha perda. Ensine-me a entrar em contato com meus sentimentos a respeito da minha adoção e então valide-os (respeite-os, faça-os valer)”.

“O simples fato de não falar sobre minha família biológica não quer dizer que eu não pense nela”.

“Eu quero que você tome a iniciativa de conversar sobre minha família biológica”.

“Preciso saber a verdade sobre minha concepção, nascimento e historia familiar, não importa quão dolorosos possam ser os detalhes”.

“Acho que minha mãe biológica não me quis por que eu era um bebê ruim. Preciso que você me ajude a jogar fora essa vergonha tóxica”.

“Tenho medo que você me abandone”.

“Posso parecer mais íntegro do que sou na verdade. Preciso que você me ajude as revelar as partes de mim que mantenho escondidas para que eu possa integrar todos os elementos da minha identidade”.

“Preciso adquirir uma sensação de poder pessoal”.

“Por favor, não diga que eu pareço ou ajo igual a você. Preciso que você reconheça e valorize nossas diferenças”.

“Deixe-me ser eu mesmo... Mas não permita que me afaste de você”.

“Por favor, respeite minha privacidade em relação a minha adoção. Não conte as demais pessoas sem o meu consentimento”.

“Aniversários podem ser difíceis para mim”.

“Não poder conhecer todo o meu histórico medico pode ser uma fonte de tensão”.

“Tenho medo de ser difícil demais de lidar”.

“Quando eu expressar meus medos de maneira antipática, por favor fique do meu lado e reaja com sabedoria”.

“Mesmo que decida procurar minha família biológica, sempre vou querer que vocês sejam meus pais”.
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“Um dos motivos pelos quais as crianças não falam sobre a condição de adotada e que a dor que acompanha a perda é difusa, sutil e difícil de colocar em palavras” (Eldridge, 2004).

Algumas particularidades acompanham crianças adotadas e essas particularidades devem ser respeitadas e trabalhadas com a criança, para que não só a criança, mas a relação entre ela e os pais adotivos se fortaleça e cresça saudável.

Não deixe que seus medos influenciem no direito que a criança tem de saber sobre sua origem e sobre o vínculo que tem com sua família adotiva. Para você pode ser difícil aceitar que a criança não tem vínculo biológico com tua família, mas isso não significa que para a criança isso também será difícil ou negativo. Se prepare, mude seus valores, trabalhe seus medos e preconceitos e fortaleça seu filho no intuito de perceber o quanto a relação de vocês é importante e valiosa. E lembre-se, não trate seu filho como “coitadinho”, o que ele precisa é de respeito.

26 de julho de 2006

Por Cintia Liana Reis de Silva


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

1º Guia de adoção – novos caminhos, dificuldades e possíveis soluções

Drica Lobo

Prezados, repasso a notícia para quem queira ajudar quem está iniciando o caminho ou quem ainda tenha muitas dúvidas:

1º Guia de adoção – novos caminhos, dificuldades e possíveis soluções, lançado pela Fundação Orsa em parceria com a Winners Editorial. A publicação aponta o caminho das pedras para casais interessados em adotar uma criança. O livro é gratuito. Para consegui-lo, basta ligar para a fundação Orsa.

Contato: Fundação Orsa (11-7281-4664/2232)
Endereço: Avenida Deputado Emílio Carlos, 821
Cidade: Carapicuíba - SP
Telefone: (11) 4181-8866
Email: alovida@fundacaoorsa.org.br

Autor: Márcia Regina Porto Ferreira e Sônia Regina Carvalho
Editora: Não disponível
 
Qualquer pessoa que esteja disposta pode adotar uma criança? O que fazer primeiro? Quais os caminhos jurídicos a percorrer? Como ocorre a adoção por famílias estrangeiras? Quem deve ser o principal interessado: os futuros pais ou aquele menino ou menina a ser adotado? Esses e outros questionamentos encontram resposta no 1º Guia de Adoção, publicação da Fundação Orsa e da Winners Editorial.
O guia, de linguagem simples, traz informações divididas, em sua maior parte, em perguntas e respostas que mostram o passo a passo do processo de adoção no Brasil, baseado nos princípios contidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Os 16 capítulos trazem desde os requisitos para se tornar pais adotivos a textos de profissionais das áreas da Psicologia, Serviço Social, entre outros, que refletem a cultura da adoção no País.

A publicação aponta também as dificuldades que uma pessoa pode enfrentar durante o processo de adoção e como superá-las, além de informar sobre o sistema de apadrinhamento: uma forma de fornecer amor e proteção a crianças e adolescentes sem, necessariamente, precisar adotá-los nos moldes tradicionais.



Postado Por Cintia Liana