Atenção! A Psicóloga Cintia Liana vive e trabalha na Itália, por esse motivo muitas vezes não pode aceitar convites para ministrar palestras e entrevistas que devem ser cedidas no Brasil, assim como realizar atendimentos psicológicos pessoalmente. Ela faz consultoria via skype para adotantes no Brasil, tem conhecimento de toda a parte legal, dá suporte psicológico, assim como clarifica toda a parte psicológica de quem passa pela experiência, fala sobre o desenvolvimento infantil e de adaptação do novo filho, tirando todas as dúvidas específicas deste momento tão especial e delicado, tornando todo o caminho a ser percorrido mais claro, seguro e sereno para todos.

"Uma criança é como o cristal e como a cera. Qualquer choque, por mais brando, a abala e comove, e a faz vibrar de molécula em molécula, de átomo em átomo; e qualquer impressão, boa ou má, nela se grava de modo profundo e indelével." (Olavo Bilac)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Pai viciado em crack perde poder familiar e filha tem nova chance na adoção


O julgamento levou em consideração os fatos registrados pelo Conselho Tutelar e Corpo de Bombeiros, os quais atenderam a criança, então com um mês de idade, e levaram-na ao hospital, onde ficou comprovada dupla fratura em um dos braços e negligência familiar

Terça Feira, 22 de Novembro de 2011 | ISSN 1980-4288

A decisão da 1ª Câmara de Direito Civil do TJ de manter a destituição do poder familiar de um pai abriu a oportunidade de uma nova vida para uma criança que recém completou um ano de idade. Dependente químico e usuário de crack, o pai recorreu da sentença de comarca do Vale do Itajaí, oportunidade em que afirmou querer ficar com a filha. Ressaltou que a negligência contra a filha ocorreu por culpa da mãe, e que não consumia mais entorpecentes.
O julgamento levou em consideração os fatos registrados pelo Conselho Tutelar e Corpo de Bombeiros, os quais atenderam a criança, então com um mês de idade, e levaram-na ao hospital, onde ficou comprovada dupla fratura em um dos braços e negligência familiar. Os avós paternos chegaram a ter a guarda da criança, mas depois abriram mão por entenderem não ser adequada a convivência dela com o pai, devido ao vício e ao abandono do tratamento.
Desde o início do processo, a mãe não demonstrou interesse em ficar com a filha e, segundo a relatora, desembargadora substituta Denise Volpato, o cenário “é incompatível, até o momento, com uma maternidade e paternidade afetuosa, cuidadora, responsável e que ofereça segurança à infante”. A menina nem sequer havia sido registrada quando chegou ao hospital, o que foi feito por determinação judicial.
 “Todas essas circunstâncias denotam a falta de capacidade de exercício do poder familiar por parte do genitor, o qual colocaria a filha em condições insalubres de moradia, expondo-a a situação de violência e risco em virtude de sua dependência química. Registre-se que a questão do uso de drogas no seio familiar é de extrema gravidade, especialmente por ser a principal referência no processo de socialização do indivíduo, já que é no ambiente familiar que cada um adquire consciência de si mesmo e do outro”, concluiu a relatora.

Fonte | TJSC - Segunda Feira, 21 de Novembro de 2011

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