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Filhos da Esperança, livro da psicóloga Cintia Liana
sobre os aspectos psicológicos da construção da família através da adoção
Indicação de alguns livros sobre adoção, família e infância, com enfoque na psicologia:
ANDREI, Decebal. Reencontro com a Esperança. Londrina: do Autor, 1999.
ANDREI, Decebal. Reencontro com a esperança. Londrina: do autor, 1999.
Livros para-didáticos e infantis.
ATAÍDE, Yara D. B. Decifra-me ou devoro-te - História oral da vida dos
meninos de rua de Salvador. São Paulo: Edições Loyola, 1993.
AZEVEDO, Maria Alice Penna De.O milagre do amor. São
Paulo:Paulinas,1989.
BARROS, Sônia. Diário ao Contrário. São Paulo: Atual, 1997.
BASS, Elle – THORNTON, Louise. Nunca Contei a ninguém. São Paulo:
Harbra, 1985.
BAZÍLIO, Luís Cavallieri. O menor e a ideologia de segurança nacional.
Belo Horizonte: Novo Espaço, 1985.
BEE, H. O Ciclo Vital. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
BELLAIRS, John. O fantasma no espelho. Tradução de Mário Vilela. São
Paulo: Ática, 1997. 174 p. (Outras terras, outros jovens). família
acolhedora. Título original: The ghost in the mirror text copyright.
BERTHOUD, Cristiana. Filhos do coração. Taubaté: Cabral Editora
Universitária, 1997.
BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. São Paulo: Paz e
Terra, 1978.
BOING, Mafalda Pereira. Por causa de um colchão. Florianópolis: Ed. Do
autor, 1997.
BOWLBY, J. Apego. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
BOWLBY, J. Perda. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
BOWLBY, John. Apego e perda: perda, tristeza e depressão. 3 ed. São
Paulo: Martins Fontes, 1984. 3 v. 486 p. vínculo; luto; luto infantil.
BOWLBY, John. Cuidados maternos e saúde mental. São Paulo: Martins
Fontes, 1988.
BRAZELTON, T. Berry. Cuidando da família em crise. São Paulo: Martins
Fontes, 1991.
BRAZELTON, T. Berry. O desenvolvimento do apego. Uma família em
formação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
BRITO, Leila Maria Torraca De. Se-Pa-Ran-Do - Um estudo sobre a
atuação do psicólogo nas Varas de família. Rio de Janeiro: Relume-Dumará,
1994.
BURLIGHAM, Dorothy - FREUD, Ana. Meninos sem lar. Rio de Janeiro:
Fundo de Cultura, 1961.
BURLIGHAM, Dorothy - FREUD, Ana. Meninos sem lar. Rio de Janeiro:
Fundo de Cultura, 1961.
CAETANO, José Gomes. A observação do comportamento no diagnóstico das
inadaptações Infanto-Juvenis. São Paulo: Sedegra, 1969.
CALVENTO, Ubaldino. Adopción interna e internacional.
Montevidéu:IIN,1981.
CAMPOS, Fernanda Lopes, et. al.. Família hospedeira: formando e
rompendo vínculos afetivos. 2002.
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CARVALHO, André; BARROCA, Alberto. Família. 6 ed. Belo Horizonte:
Editora Lê, 1995. 1v. 70 p. (Coleção Pergunte ao José). relação familiar;
adoção.
CARVALHO, Marcia Lópes de. A história bonitinha de Maria estrelinha.
São Paulo: Edicon,1997.
CARVALHO, Marcia Lópes de. Para fazer um’adoção vai precisar de muito
açúcar. São Paulo: Edicon, 1997.
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CEZAR, Clélia Zitto. A Adoção de crianças com necessidades especiais.
Mogi das Cruzes: Mimeo/GAARMELE, 1999.
CEZAR, Clélia Zitto. Refletindo a
adoção. São Paulo: Moderna, 1998.
CHAVES, Antônio. Adoção internacional. Belo Horizonte: Del Rey, 1994.
CHITMAN, Lilian Kos. A solidão das crianças. Rio de Janeiro: Rosa dos
Tempos, 1998. 127 p. segredo; solidão; intimidade; privacidade; criança;
relação familiar.
COMPANY, Mercè. A história de Ernesto. O filho adotivo. São Paulo:
Paulinas:1994.
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CUBELLS, Francisco. Proteção ao menor. São Paulo: Edições Loyola.
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adotivos. São Leopoldo: Sinodal, 1991.
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Parciornik. São Paulo: Ática, 1995. 224 p. (Série molhoramentos). patologias
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DENKER, Henry. Esta criança é minha. São Paulo: Mandarin, 1997.
DIMENSTEIN, Gilberto. A guerra dos meninos. São Paulo: Brasiliense,
1990.
DINIZ, João Seabra. Este meu filho que eu não tive - Adopção e os seus
problemas. Porto: Afrontamento, 1993.
DOLTO, Françoise. Destinos de Crianças: adoção, família, trabalho
social. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
DOLTO, Françoise. Dialogando sobre crianças e adolescentes. Campinas:
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DOLTO, Françoise. Quando surge a criança. Campinas: Papirus, 1996.
DOLTO, Françoise. Seminário de psicanálise de crianças 2. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1990.
DOLTO, Françoise. Tudo é linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
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barriga? Florianópolis: IOESC/Fundação Vida ,1993.
DOMINGUEZ, Márcia Glória Rodriguez. O pintinho adotivo. São Paulo: Ed.
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ESPESCHIT, Rita. O livro mágico da bruxinha Nicolau. São Paulo: Atual,
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EZELL, Lu. Encontrando a peça perdida. São Paulo: Vida, 1994.
FARROW, Mia. O que fica pelo caminho é para sempre. São Paulo:
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familiar.
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amor. Recife: Bagaço, 2000.
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SILVA, Maria Cecília. Infância esquecida. São Paulo: Ícone, 1997.
SILVA, Maria L. do E.- BOREL, Gilberto. Garotos de rua à mercê da
sorte. Rio de Janeiro: Cátedra, 1987.
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criminosa em crianças órfãs e abandonadas. São Paulo: Ática, 1997.
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L&PM, 1995.
SOMETTI, José. Salvar a criança. São Paulo: Editora Cidade nova, 1995.
Souto, Marly Ap. Garcia. Poetando a adoção - Adotando a poesia. São
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SOUZA, Hália Pauliv. Adoção é doação. Curitiba: Juruá, 1999.
SOUZA, Ronald Pagnoncelli de Souza. Os filhos no contexto familiar e
social. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1989.
SPRING -DUVOISIN, Denise. Adoção internacional : o que elas se tornaram?.
Lausanne: Terre des Hommes, 1986.
TEIXEIRA, C.C.- VIEIRA Fº, E. HERINGER, R. Menores carentes no Brasil:
destinos traçados. São Paulo: Tempo e Presença, 1986.
VARGAS, Marlizete Maldonado. Adoção Tardia. Da família sonhada à
família possível. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.
VARGAS, Marlizete Maldonado. Adoção Tardia. Da família sonhada à
família possível. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.
VIEIRA, Isabel. Em busca de mim. São Paulo: F.T.D, 1990.
VIEIRA, Maria Lúcia. O dilema do decente malandro. São Paulo: Cortez,
1985.
VOILER, Ester. A Condição Da Criança Adotada. São Paulo: Loyola
Multimídia, 1998.
WEBER, Lidia Natalia Dobrianskyj. Pais e filhos por adoção no Brasil.
Curitiba: Juruá, 2001.
WEBER, Lídia N.D – KOSSOBUDZKI, Lúcia H. M. Institucionalização,
abandono e adoção. Curitiba: Juruá, 1993.
WEBER, Lídia N.D. Laços de Ternura. Curitiba: Ed. Santa Mônica, 2000. Romances.
WEBER, Lídia Natalia Dobrianskyj. Aspectos psicológicos da adoção.
Curitiba: Juruá, 1999.
WILKOMIRSKI, Binjamin. Fragmentos. Memórias de uma infância,1939-1948.
São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
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Páginas
"Uma criança é como o cristal e como a cera. Qualquer choque, por mais brando, a abala e comove, e a faz vibrar de molécula em molécula, de átomo em átomo; e qualquer impressão, boa ou má, nela se grava de modo profundo e indelével." (Olavo Bilac)
"Un bambino è come il cristallo e come la cera. Qualsiasi shock, per quanto morbido sia
lo scuote e lo smuove, vibra di molecola in molecola, di atomo in atomo, e qualsiasi impressione,
buona o cattiva, si registra in lui in modo profondo e indelebile." (Olavo Bilac, giornalista e poeta brasiliano)
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Livros sobre adoção, família e infância com enfoque na psicologia
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Artigos sobre adoção, família e infância
Fiz uma lista de artigos interessantes, li a maioria, mas não cheguei ler todos. Espero que gostem.
Cintia Liana
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ALEXANDRE, Diuvani Tomazoni; VIEIRA, Mauro Luís.
Relação de apego entre crianças institucionalizadas que vivem em situação de
abrigo. Psicologia em Estud. vol. 9, nº. 2. Maringá. May/Aug. 2004.
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722004000200007.
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ANDOLFI, Maurizio. A Teoria dos Sistemas
Familiares de Murray Bowen. Revista Interdisciplinar Terapia Familiare. Nº
68, março de 2002, pp. 30-41.
ARENDT, Ronald João Jacques. Construtivismo ou
construcionismo? Contribuições desse debate para a Psicologia Social. .
Estudos em Psicologia. (Natal) [online]. 2003, vol.. 8, nº. 1, pp. 05-13.
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Acesso em: 29 de novembro de 2008.
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Uma síntese de conceitos. Em Energy and Character Journal, 1974. Tradução:
Ana Luiza Mentz.
CANTONI, Umberto (Org.). Canção de rua. São
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do desejo: uma compreensão psicanalítica da adoção. Campinas: PUC - Campinas,
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Rio de Janeiro: III Congresso Brasileiro de LADVOCAT, Cynthia. Vicissitudes
no manejo da tranferência com crianças adotadas. Rio de Janeiro: XIV
Congresso Brasileiro de Psicanálise, 1993.
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LIMA, Alma Germana Abreu. O nome do pai e a
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enlouqueceu quando soube da adoção. São Paulo: Revista Brasileira de
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PAIVA, Leila
Dutra. O Segredo na Adoção. São Paulo:
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convivência nas adoções tardias. Campo Grande: Juizado da Infância e
Juventude, 1997.
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Lista de grupos de apoio à adoção no Brasil
A Psicóloga Cintia Liana Reis de Silva, a pedido do GAARFA, Grupo de apoio à adoção "Filhos do Amor" de Resende, fala sobre a importância de um grupo de apoio a adoção, onde se compartilha sentimentos e experiências, fortalecendo e amadurecendo aspectos importantes para o exercício da paternidade e da maternidade.
(Quem tiver informações sobre novos grupos e alterações, por favor, nos
informar através do e-mail: cintialrdesilva@yahoo.com)
Associação Nacional do Grupos de Apoio à Adoção - ANGAAD: http://www.angaad.org.br/ Avenida Rui Barbosa, 1363, sala 002, Graçs - Recife-PE. Telefones: (81)3243-4834/(81)9913-3215 Araranguá – SC GEAA de Araranguá: Filhos do Coração Fone: 0xx – 48 – 522.0424/ 522.0422
Araçatuba – SP
Associação de Pais e Filhos Adotivos de Araçatuba – APFA Responsável: Marly A. Garcia Souto Rua do Fico, 420 – CEP:16055-050 Araçatuba Fone: 0xx – 18 - 622-3933 E-mail: retomada@ata.zaz.com.br
Barra Mansa – RJ
Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Barra Mansa – Aconchego Responsável: Márcia Lopes de Carvalho Avenida Domingos Mariano, nº 83, Sala 906 – CEP: 27345-120 Fone: 0xx – 24 – 322.4921/322.6065 E-mail: nana.cristina@sidenet.com.br (falar com Cristina)
Blumenau – SC
SGEAA de Blumenau Fone: 0xx – 48 – 326.8177
Brasília – DF
Projeto Aconchego – Apoio à Adoção End.: SRES Centro comercial do Cruzeiro, Bloco "D-20", sala 403, CEP.: 70640-515 - Brasília/DF Fone: (0xx61) 361-4298 - 9988-3566 E-mail: projetoaconchego@tba.com.br Home-page: http://www.projetoaconchego.com.br Presidente: sra. jandimar Guimarães
Brusque – SC
GEAA de Brusque E-mail: im5317@tj.sc.gov.br
Campina Grande – Paraíba
Grupo de Apoio à Adoção de Campina Grande – GAAD Rua Ricardo Wagner, nº 200 – 1º andar, Bondocongó CEP: 58100.000, Campina Grande – PB Fone: 0xx – 83 - 333-2004
Campinas – SP
Associação de Pais Adotivos – APA Av. Princesa D’Oeste, 1295/ 152 - CEP 13026-430 Campinas Fone: 0xx – 19 - 251.2500
Campo Grande – Mato Grosso do Sul
Grupo Adote Avenida Calógeras, nº 1625 (Juizado), CEP: 79004-000 Fone: 0xx – 67 – 383-5779
Campos – RJ
Grupo de Apoio à Adoção de Campos Responsável: Sueli Trindade Ferreira Rua Teixeira de Freitas, nº 150 – CEP: 28040-390 Campos dos Goytacazes – Rio de Janeiro
Caçador – SC
GEAA de Caçador Fone: 0xx – 49 – 663.1466
Chapecó – Concórdia – Xanxerê – Xaxim – SC
GEAA de Chapecó, Concórdia, Xanxerê, Xaxim Fone: 0xx – 49 – 442.0099
Criciúma – SC
GEAA de Criciúma Fone: 0xx – 48 – 437.3744
Curitiba – Paraná
Associação Brasileira Terra dos Homens Psicólogo: Fernando Freire Boletim: “Uma família para uma criança” Caixa Postal: 18092 – CEP: 80811-970 – Curitiba
Curitiba – Paraná
Associação Brasileira Terra dos Homens Psicólogo: Fernando Freire Boletim: “Uma família para uma criança” Caixa Postal: 18092 – CEP: 80811-970 – Curitiba
Curitiba – Paraná
Projeto Criança – Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Paraná Responsável: Profª Lidia Natália Dobrianskyj Weber Rua Castro Alves, nº 785/21, Curitiba, CEP: 80240-270 E-mail: lidiaw@uol.com.br Home-page: http://www.brasil.teravista.pt/Ipanema/2172
Curitiba – Paraná
Projeto Recriar: Família e Adoção Responsável: Lúcia H. Kossobudsky
Florianópolis – SC
Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Florianópolis - GEAAF Rua Belmira Isabel Martins, nº 62, sala 504 CEP: 88075.145 – Florianópolis Fone/Fax: 0xx – 48 - 348.3399/233.3677/240.1110 E-mail: geaaf@portadig.com.br Home Page: www.portadig.com.br/geaaf
Ilhéus – Bahia
Projeto Acalanto de Ilhéus/BA Responsável – Vilma Beer Rua Rotary, nº 258, Cidade Nova, CEP: 45650-000 – Ilhéus Fone: 0xx – 73 – 231-1666
Itajaí – SC
GEAA de Itajaí Fone: 0xx – 47 – 348.0433
Itapetininga – SP
Grupo de Apoio à Adoção de Itapetininga - GAADI R. Campos Sales, 554 - A s/Loja - CEP 18200.000 Itapetininga – Fone: 0xx – 15 - 271.9049 E-mail: gaadi@ebras.com.br
Joinville – SC Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Joinville - GEAAJ
Rua Arara, 650 CX. POSTAL 568 - Bairro Aventureiro CEP: 89226-010, Joinville
Fone: 0xx – 47 – 467-5418
João Pessoa – Paraíba Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de João Pessoa
– GEAD Responsável: Marinalva de Sena Brandão Caixa Postal: 5121 – CEP:
58051-970 - João Pessoa Fones: 0xx – 83 - 221-1384 / 235-2342
Lages – SC
GEAA de Lages Fone: 0xx – 49 – 224.0188 E-mail: amc1267@tj.sc.gov.br
Laguna – SC
GEAA de Laguna Fone: 0xx – 48 – 646.0167 E-mail: imgs2822@tj.sc.gov.br
Londrina – Paraná
Grupo de Apoio à Adoção de Londrina – GAAL Responsável: Eclair Soares Mettitier Rua Antero de Quental, nº 21 (Sr. Decebal Andrei), Londrina CEP: 86047-540 Fones: 0xx – 43 – 329.9955 (falar com Eclair) 337.2505 (falar com Decebal Andrei) E-mail: mettitier@sercomtel.com.br Home-Page: http://www.gaalondrina.he.com.br
Mafra – SC
GEAA de Mafra Fone: 0xx – 47 – 642.3055 E-mail: rg1902@tj.sc.gov.br
Mogi das Cruzes - SP
Projeto Monte Refúgio Contato: Clélia Cezar Caixa Postal 3205 – CEP: 01065-970, São Paulo Fone: 0xx – 11 - 4727-7981 e-mail: cleliazc@netmogi.com.br, jccezar@netmogi.com.br
Natal – RN
Projeto Acalanto de Natal - PAN Responsável: Rejane Maria Bruno Av. Jornalista Djair Dantas, nº 1382 - Lagoa Seca CEP: 59022-370 - Natal E-mail: pan@digi.com.br Home Page: http://www.samnet.com.br/solidariedade/acalanto
Novo Hamburgo – RS
Instituto Amigos de Lucas do Vale do Rio dos Sinos Contatos: Suzana Sofia Moeller Caixa Postal: 3028, CEP: 93320-400, Novo Hamburgo/RS Fone: 0xx – 51 – 587.7485 ou 9982.6581
Ourinhos – SP
Grupo de Incentivo e Apoio à Adoção da Região de Ourinhos Responsável: Ivone Jaime Av. Gastão Vidigal, 476 – CEP: 19900-000 - Ourinhos Fones: 0xx – 14 – 322.4206 (Ivone) ou 322.2406 (Laura) E-mail: santiago@ourinhos.com.br (Ivone) Home Page: www.ourinhos.com.br/giaaro
Piraju – SP
Projeto Amor Av. Dr. D. T. Gallo, nº 27 CEP: 18800-000 Pirajú – São Paulo
Ponta Grossa – Paraná
Projeto de Extensão: Adoções Necessárias – Universidade Estadual de Ponta Grossa/CMDCA Responsável: Profª Edite Franke Rua Cel. Dulcídio, nº 395 – CEP: 84010-280, Ponta Grossa Fone: 0xx – 42 – 224-5501
Porto Alegre – RS
Instituto Amigo de Lucas Avenida Plinio Brasil Milano, nº 388/104 CEP: 90520-000, Porto Alegre-RS Fone: 0xx – 51 – 343.9676
Porto Velho – Rondônia
GERAR Responsável: Denise Tofani Malheiros Rua Rogério Weber, nº 2396 (Juizado) CEP: 78900-450, Porto Velho Fone: 0xx – 69 – 221.4877/ 224.1085
Recife – Pernambuco
Grupo de Apoio à Adoção de Recife - GEAD Recife Rua Pio IX, nº 384 – Torre, CEP 58710-260, Recife Fone: 0xx – 81 - 445.1323 (Presidenta) - 441-2083 (Eneri) 963-3911 (Dolores) E-mail: geadre@hotlink.com.br E-mail: schettin@elogica.com.br E-mail: rsmelo@elogica.com.br Home Page: http://www.hotlink.com.br/gead-recife/
Resende - RJ
Grupo de Apoio à Adoção de Resende Filhos do Amor - GAARFA. Telefone: (24) 9.9215-6618, E-mail: gaarfafilhosdoamor@gmail.com, Facebook: https://www.facebook.com/gaarfa.filhosdoamor/
Ribeirão Preto – SP Grupo de Apoio à Adoção de Ribeirão Preto R.
Visconde de Inhaúma, 959 – CEP 14010.100 Ribeirão Preto
Rio Branco – Acre
Grupo de Estudos e Apoio a Adoção do Acre – GEAAC Responsável – Waleska Rodrigues Caixa Postal 1502 – CEP: 69912-970 Fone: 0xx – 68 – 226-3661
Rio Claro – SP
Grupo de Apoio à Adoção de Rio Claro - GAARC - Responsável: Verena E. Winkel Parreira Caixa Postal, 470 - CEP 13500.970 Rio Claro Fone: 0xx – 19 - 524.6542 / 534 5165 Fax: 0xx – 19 – 523.6137 E-mail: gaarc@linkway.com.br Home Page: www.linkway.com.br/gaarc
Rio de Janeiro - RJ
Flor de Maio. Responsáveis: Sylvania, Lula, Leila, Marcela e Maura. Rua Barão de Mesquita, 275, Tijuca. Igreja de Santo Afonso. Reuniões na ultima quinta feira do mês, às 19:00h.
Rio de Janeiro – RJ
Associação Brasileira Terra dos Homens Rua General Polidoro, nº 183/ 502 – Botafogo – CEP: 22290-000 Fone/fax: 0xx – 21 - 275.3168 E-mail: abth@fst.com.br
Salvador – BA
Associação de Pais Adotivos e Amigos – Viver Adoção Alameda das Acácias, nº 19, Pituba, Salvador, Bahia Fone: 0xx – 71 – 358.0814 E-mail: viveradocao@ig.com.br
Santos – SP
Associação de Pais adotivos de Santos Av. Ana costa 417 cj.13 - CEP 11060-003 Santos Fone: 0xx – 13 - 284.2863 E-mail: gpsantos@bignet.com.br
São Bento do Sul – SC
GEAA de São Bento do Sul Fone: 0xx – 47 – 633.0094
São Miguel do Oeste – SC
GEAA de São Miguel do Oeste Fone: 0xx – 49 – 437.3744
São Paulo – SP
PROJETO ACALANTO Responsável: Cynthia dos Santos Miranda Rua Ferdinando Rutini, 359 – CEP 05143-240 São Paulo Fone: 0xx – 11 - 835-4002 |
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Epifanias adotivas e o temor das adoções por casais homossexuais na Itália
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Por Cintia Liana Reis de Silva
(Texto publicado na Itália)
Eu tenho uma responsabilidade, sou uma formadora de opinião e não posso ser uma falsa moralista, medíocre e hipócrita, sou uma militante, uma ativista e lamento constatar que estamos na "pré- história" da mente humana, como disse Edgar Morin. Mas não quero ser uma vítima da história, eu quero participar da história, e você? Seja feliz e deixe os outros serem também. Não precisamos ser homossexuais, negros, portadores de deficiência, idosos, pobres, estrangeiros e crianças para lutar a
(Texto publicado na Itália)
Nesse período muito se fala na Itália sobre o casamento homossexual e se debate sobre as possíveis implicações que as uniões civis podem criar no nosso tecido social, em particular sobre a possibilidade de adotar e por isso senti a necessidade de contribuir através desta reflexão. Trabalho com adoção e avaliação psicológica há mais de 14 anos. Avaliei centenas de casos ao ano na 1ª Vara da Infância e Juventude de Salvador até 2009. Um dos meus livros publicados no Brasil em 2011 fala dos aspectos psicológicos da construção da família através da adoção. Escrevi dezenas de textos publicados sobre adoção e psicologia de família, sou uma pesquisadora. Me tornei um dos quatro psicólogos mais conhecidos no Brasil experts em adoção, chamada carinhosamente de "Fada da adoção" pela mídia e pelos pais. Moro na Itália por amor e não por necessidade e vim também a convite de trabalho, para ajudar casais italianos a adotarem crianças brasileiras, pela minha credibilidade e respeito, que muito orgulhosamente conquistei, e pelo trabalho que realizo com compromisso com a causa das crianças sem família. Neste momento, em que se discute na Itália o matrimônio gay, diante do grande temor da possibilidade da adoção de crianças por casais homossexuais, quero dizer que sou contra a ignorância e a obtusidade. O conhecimento e o amor podem salvar o mundo. Conheci por razões profissionais e tenho amigos com famílias compostas de dois pais e duas mães, feitas de amor, respeito e muita dignidade. Um filho adotado por um casal homossexual não se torna gay ou é infeliz por isso. O preconceito é que faz sofrer e não podemos nos dobrar diante dos preconceitos, mas educar quem ainda não ceita a necessidade de crescer e respeitar.
Existem filhos biológicos que crescem bem só com uma mãe ou um pai solteiro e, do mesmo modo, podem crescer com uma mãe ou um pai adotivo solteiro ou com dois pais ou duas mães e naturalmente escolherá fora do subsistema conjugal, composto por seus pais adotivos, uma outra figura substitutiva do gênero sexual oposto para tê-lo outro ponto de referência, que pode ser um tio ou uma tia, um avô ou uma avó, ou também um amigo ou uma amiga muito próxima da família, tendo assim uma vida sadia e crescendo muito bem, se faz parte de uma família harmoniosa, com pais maduros, e isso não está ligado à orientação sexual. É importante salientar que quem adota deve passar por um processo que avalia a pessoa em todos os sentidos, e se é psicologicamente equilibrado, capaz de criar e educar bem uma criança e a orientação sexual não é absolutamente um indicativo porque os critérios de avaliação apontam para a relação consigo mesmo e com a vida e se o desejo de adotar é baseado numa vontade genuína de ter um filho e não em outros objetivos escusos
ou patológicos.
É contraditório quando certas pessoas que vivem em um país onde o aborto é legalizado (com algumas restrições), hipotetizam as mais assustadoras fantasias sobre a adoção por casais do mesmo
sexo, sem conhecer ninguém que vive esta realidade. Essas pessoas demonstram não ter nenhum pudor, como se estivessem realmente preocupadas com as crianças sem família, mas nunca fizeram uma visita a um abrigo ou a uma casa lar para dar atenção ou apoio emocional às crianças que lá vivem.
Existem tantas famílias de pais heterossexuais que vivem em verdadeiras "guerras familiares", feitas de traições, mentiras e segredos, com pais fracos ou autoritários, desonestos, invasivos, super protetores, desrespeitosos, com valores éticos equivocados, que repetem os modelos familiares intergeracionais adoecidos, e criam filhos desequilibrados, depressivos, infelizes, rebeldes disfuncionais, que têm um péssimo relacionamento consigo mesmos e com os outros, que colocam no mundo outros filhos ainda mais infelizes, e se permitem de expressar pensamentos plenos de preconceito, sem jamais terem lido nada a respeito, sem informações de fontes científicas e objetivas, falando dos homossexuais como se não fossem humanos, como se a homossexualidade fosse uma doença. Essas pessoas não querem crescer, mudar, ao invés disso se reconhecer nas crenças religiosas, familiares e mediáticas mais egoístas. Famílias compostas de pessoas que acreditam que
procurar um psicólogo não é uma necessidade inteligente para conhecer a si mesmo e melhorar o relacionamento com a própria vida e com o mundo, mas como uma última escolha, ou até mesmo uma alternativa para os ditos "loucos".
Antes as mulheres não podiam votar e agora que podem ser até presidentes de um Estado, algumas ousam a ser contra a adoção por casais do mesmo sexo. A sociedade deve amadurecer e evoluir apenas para alguns ou para todos os cidadãos?
Sejamos um poucos menos egoístas, olhemos para além do nosso umbigo, devemos aproveitar este momento para exigir uma reforma geral no campo da adoção, porque existe uma realidade demasiadamente dramática e invisível aos nossos olhos, são 168 milhões de crianças abandonadas para adotar, come explica o presidente da Ai.Bi. Marco Griffini num artigo no site "La Repubblica", escrito por Sara Ficocelli, em 19 de dezembro de 2012. Para entender, "é necessário imaginar colocar em fila indiana, bem pertinho, um atrás do outro: a linha humana que formam dá uma volta no mundo, é longa como a circunferência da Terra". Essas crianças vivem uma realidade de quase prisioneiros, em situação de infelicidade, de abandono e insegurança, são pequenos e sobretudo maiores, que querem somente amor, pais ou mães, segurança efetivo-emocional e educação, independentemente da orientação sexual dos futuros pais, até porque eles foram abandonados por seus genitores heterossexuais. Como disse Lidia Weber em de suas frases, eles querem acreditar que "a história é mais forte que a hereditariedade, que o amor é mais forte que o destino".
Eu tenho uma responsabilidade, sou uma formadora de opinião e não posso ser uma falsa moralista, medíocre e hipócrita, sou uma militante, uma ativista e lamento constatar que estamos na "pré- história" da mente humana, como disse Edgar Morin. Mas não quero ser uma vítima da história, eu quero participar da história, e você? Seja feliz e deixe os outros serem também. Não precisamos ser homossexuais, negros, portadores de deficiência, idosos, pobres, estrangeiros e crianças para lutar a
favor dos direitos deles, basta sermos humanos e termos uma atitude adotiva, ou seja, um coração que adota.
Cintia Liana Reis de Silva é uma psicóloga e psicoterapeuta brasileira, é mãe e casada com um psicólogo italiano. Vive e trabalha na Itália desde 2010. O seu blog www.psicologiaeadocao.blogspot.com recebe mais de 20.000 acessos ao mês.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Sobre limites, bananas e amor
Foto e texto retirados do Blog Equilibrosa
Por Mônica
Eu
não sei o caminho certo para dar limite às crianças. Sinceramente, não sei. Já
testei muito, já conversei muito e já li demais sobre isso – inclusive guias
que te apresentam uma lista de três ou quatro itens certeiros para por em
prática. Não é simples. Sempre me pareceu fazer sentido a ideia de que é
preciso saber a hora de determinar, decidir pelas crianças, mostrar, de fato,
os limites, inclusive como uma forma de carinho e cuidado. Se eu não fizer
agora, a vida fará na marra depois, e aí pode ser muito pior... Muito melhor se
as regras, os nãos, os limites nascerem de quem nos ama imensamente.
Mas
eu – e acho que uma geração inteira de mães – convivo com outro elemento que
pesa nessa hora: a culpa. É tanta informação, tanta orientação, tanto cuidado
para não violentar as crianças, não desrespeitar sua individualidade e seus
processos de crescimento que, às vezes, me vejo de mãos atadas, morrendo de
medo de tomar qualquer atitude. E seu eu traumatizar o menino?
Numa
tarde dessas, ele disse que queria comer banana, mas queria quente. Isso é
novidade, e aí eu confirmei: “quer quente mesmo?”. “Sim!”, todo entusiasmado. A
tia parou o que estava fazendo e foi lá fazer uma bela de uma banana quente.
Docinha, cheirosinha! Bastou chegar na frente dele com o prato para começarem
aqueles arrancos e voltas em torno do próprio eixo - que só quem tem criança pequena
entende - e uma repetição de frases irritantes: “não quero mais; não gosto; tá
muito quente”. Eu tentei, e a tia também tentou, contornar a situação de todo
jeito, mas ele insistia em dizer “não gosto de banana quenteeeeee”.
Eu
não tinha muita certeza do que fazer – nunca tenho! – e, em princípio, acho o
fim da picada obrigar alguém a comer qualquer coisa. Mas naquela hora achei que
devia tentar falar com ele sobre duas questões: se negar a experimentar
novidades (e sair perdendo imensamente por isso) e não agradecer a quem, de
verdade, fez tudo o que podia para te agradar. E não fez porque cismou – fez
porque você pediu. Aí, apesar das caretas e dos solavancos, tirei ele de perto
do público (público sempre atrapalha) e insisti pra que comesse.
Ele
disse que estava muito quente e eu, do jeito que deu, mostrei que não estava.
Ele cuspiu a primeira garfada, e eu aproveitei que estávamos na grama e disse:
“ok, quer cuspir essa também?”. Ele mastigou e engoliu. Na quarta garfada,
passou a abrir a boca sozinho. Na quinta, projetou a boquinha pra frente, e
reclamou que eu estava demorando. Deu um risinho. E lá pelas tantas, com
uma carinha sem vergonha, antes de a banana acabar, disse: “mãe, posso te falar
uma coisa?”. “Claro!” E aí, sem traumas, veio a surpresa: “eu te amo,
mãe”.
Fonte: http://www.equilibrosa.com/blog/2015/4/7/sobre-limites-bananas-e-amor
Cadê o colo que estava aqui?
Como profissional, tenho minhas sérias ressalvas sobre "dar" um irmãozinho antes dos 3 anos e meio, 4 anos, mas achei esse texto muito interessante.
Foto e texto retirados do blog Equilibrosa
* Era "meu irmãozinho" pra cá, "meu fofinho" pra lá, "bebezinho lindo" e tal, e eu cheguei a achar que tinha conseguido a façanha das façanhas: levar um recém-nascido para casa, virar a rotina do irmão de 3 anos de cabeça pra baixo, e escapar das tão faladas crises de ciúme... Tinham me avisado que faz parte, que ele aparece de um jeito ou de outro, mas... Quem sabe eu não seria presenteada com o improvável? Até que um dia estávamos eu e os meninos na sala, eu dando papinha pro bebê, quando vi voar, sem qualquer aviso prévio, rumo à tela da TV, o tão querido boneco do Woody. Repreendi, reclamei, questionei, e a justificativa que eu ouvi foi: "É que eu preciso que um adulto cuide de mim, mãe!"
Essa história não é pra desanimar ninguém - até porque cada criança é uma, e eu continuo achando que uma combinação de circunstâncias pode mesmo levar a um caso raro de crise zero. Mas vamos pensar: você está lá, vivendo feliz e tranquilo no seu mundo, acostumado com o ritmo das coisas, quando alguém aparece e relativiza tudo. E o pior: todo mundo diz que esse alguém é lindo e fofo e que você deve amá-lo, ainda que ele esteja ocupando seu colo favorito... Dureza, não é? O ciúme, como se vê, faz um sentido danado, mas quase sempre fica fora do “projeto irmãozinho”. Na maioria das vezes, não nos preparamos pra ele, embora ele seja tão real quanto a alegria de aumentar a família. E dá trabalho lidar com esse cenário, que não faz parte do nosso ideal, e que, por isso, talvez fira mais os pais do que as crianças envolvidas. Elas, mais cedo ou mais tarde, vão se acertar.
Mais de seis meses depois do voo do Woody, tenho aqui um irmão mais velho cheio de amor pra dar, mas muita água já passou por debaixo da ponte. Ele nunca fechou a cara pro irmão, mas já vimos muito choro "sem explicação", muita agitação acima da média. A saída, arrisco dizer, foi dar nome aos bois. Deixar de idealizar nossos filhos talvez seja uma das maiores ajudas que podemos oferecer, e é fundamental para um outro passo importante: encorajá-los a admitir, eles mesmos, o que não está bom. O choro e a pirraça foram diminuindo, ao longo dos meses, na mesma medida em que as reclamações foram tomando forma e sendo ouvidas.
E nem de longe essas reclamaçōes impediram o fortalecimento do vínculo entre os irmãos. Risadas do caçula e declarações de amor do mais velho aparecem a toda hora. Dias atrás ele me disse que o neném, o mesmo que o atrapalha a montar seus bonecos de Lego e que chora alto demais, é "o irmão que ele sempre quis". Sim, porque idealização é coisa de adulto...
* Texto publicado originalmente na revista "Viver e crescer"
Fonte: http://www.equilibrosa.com/blog/2015/11/30/cad-o-colo-que-estava-aqui
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Cintia Liana No Correio Braziliense
Meu primeiro livro
"Filhos da Esperança"
A psicóloga Cintia Liana, que atua na área de família e adoção desde 2002, já foi perita de uma vara da Infância no Brasil e hoje atua na Itália com adoção internacional, escreve sobre os caminhos da adoção no Brasil, a forma de avaliar os candidatos à adoção e a situação de abandono das crianças, com um olhar crítico e preocupado.
A autora também nos traz a reflexão dos aspectos antropológicos e subjetivos no processo de construção da família, da adaptação do filho adotivo, da revelação da adoção, postura diante da história da criança e sua família de origem, assim como outros pontos importantes deste universo a serem descobertos pelo leitor.
Ela utiliza o pensamento sistêmico como base.
Se trata de um excelente guia de reflexão e amadurecimento não só para quem deseja ter um filho através da adoção e para quem já adotou, mas também para profissionais e estudantes interessados na area, que queiram entender, se atualizar e se aprofundar neste cenário.
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
A autora também nos traz a reflexão dos aspectos antropológicos e subjetivos no processo de construção da família, da adaptação do filho adotivo, da revelação da adoção, postura diante da história da criança e sua família de origem, assim como outros pontos importantes deste universo a serem descobertos pelo leitor.
Ela utiliza o pensamento sistêmico como base.
Se trata de um excelente guia de reflexão e amadurecimento não só para quem deseja ter um filho através da adoção e para quem já adotou, mas também para profissionais e estudantes interessados na area, que queiram entender, se atualizar e se aprofundar neste cenário.
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
Doando o filho para adoção
Tenho recebido algumas mensagens de mulheres grávidas pedindo ajuda e orientação, porque desejam doar o filho, ainda no ventre, para adoção. Calma! Uma mulher grávida tem o direito de doar seu filho para que ele seja adotado. Fazer um plano de adoção para o filho que se espera não é crime. Após o nascimento da criança, a genitora deve ir até a Vara da Infância e Juventude de sua cidade e declarar a intenção de doá-la. Por isso, não entrem em desespero. Na Vara da Infância a genitora será orientada pelos profissionais responsáveis. Enquanto isso, muita coisa pode mudar, sua situação e até o seu desejo em ficar com o seu filho.
Importante
Aviso aos "navegantes" que não tenho informações, não conheço e nem tenho o interesse em saber ou indicar instituições ou crianças disponíveis para adoção. Este trabalho não me compete e nem a nenhuma pessoa física, somente a Justiça.
Trabalho numa associação de adoção internacional na Itália e agimos dentro da lei e seguimos à risca todo o procedimento legal.
Neste blog o meu trabalho é abrir a consciência de pessoas que a buscam e orientar pais, crianças e instituições. Isso vai além de qualquer outra coisa. O resto deixo com o Judiciário e profissionais que nele trabalham.
Para outros assuntos estou a disposição sempre.
lembrem-se, o primeiro passo para adotar uma criança é procurar a Vara da Infância e Juventude de sua cidade.
Trabalho numa associação de adoção internacional na Itália e agimos dentro da lei e seguimos à risca todo o procedimento legal.
Neste blog o meu trabalho é abrir a consciência de pessoas que a buscam e orientar pais, crianças e instituições. Isso vai além de qualquer outra coisa. O resto deixo com o Judiciário e profissionais que nele trabalham.
Para outros assuntos estou a disposição sempre.
lembrem-se, o primeiro passo para adotar uma criança é procurar a Vara da Infância e Juventude de sua cidade.
Para citar Cintia Liana e textos postados neste blog
Monografia:
Silva, Cintia L. R. de. Filhos da Esperança: Reflexões sobre família, adoção e crianças. Monografia do curso de Especialização em Psicologia Conjugal e Familiar. Faculdade Ruy Barbosa: Salvador, 2008, 58 p.
Textos de Cintia deste blog:
Silva, Cintia L. R. de. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em ... de ....... de ......
Outro autor com texto publicado neste blog:
Nome do autor. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em: ... de ....... de .....
Usem os textos a vontade, mas citem o respectivo autor, enriquece seu trabalho e demonstra respeito.
Silva, Cintia L. R. de. Filhos da Esperança: Reflexões sobre família, adoção e crianças. Monografia do curso de Especialização em Psicologia Conjugal e Familiar. Faculdade Ruy Barbosa: Salvador, 2008, 58 p.
Textos de Cintia deste blog:
Silva, Cintia L. R. de. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em ... de ....... de ......
Outro autor com texto publicado neste blog:
Nome do autor. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em: ... de ....... de .....
Usem os textos a vontade, mas citem o respectivo autor, enriquece seu trabalho e demonstra respeito.
Sobre Direitos Autorais de Fotos e Textos deste Blog
As fotos utilizadas neste blog são de diversas origens.
Algumas minhas com famílias e crianças, todas autorizadas pelos responsáveis, amigos meus do trabalho com adoção, inclusive fotos que ganho de presente de muitos deles.
Outras foram doadas por fotógrafos amigos meus ou achadas no Google, Getty Imagens e Flickr, são imagens que circulam abertamente na internet que uso como meras ilustrações para compor os posts, algumas são encontradas com o nome do fotógrafo ou proprietário outras, geralmente do Google, nem sempre. Quando encontro o nome do proprietário da foto faço questão de expor, afinal dar créditos ao autor é uma questão de responsabilidade e respeito a obra alheia e ao dono.
A maioria dos textos e críticas são de minha autoria, mas os que não são estão com os devidos nomes do autor.
Agradeço a todas as contribuições, sejam elas por amizade ou por identificação com a causa da adoção.
Agradeço também os comentários de todos.
Cintia Liana
Algumas minhas com famílias e crianças, todas autorizadas pelos responsáveis, amigos meus do trabalho com adoção, inclusive fotos que ganho de presente de muitos deles.
Outras foram doadas por fotógrafos amigos meus ou achadas no Google, Getty Imagens e Flickr, são imagens que circulam abertamente na internet que uso como meras ilustrações para compor os posts, algumas são encontradas com o nome do fotógrafo ou proprietário outras, geralmente do Google, nem sempre. Quando encontro o nome do proprietário da foto faço questão de expor, afinal dar créditos ao autor é uma questão de responsabilidade e respeito a obra alheia e ao dono.
A maioria dos textos e críticas são de minha autoria, mas os que não são estão com os devidos nomes do autor.
Agradeço a todas as contribuições, sejam elas por amizade ou por identificação com a causa da adoção.
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Cintia Liana
Listas e informações
Cintia Liana com 1 ano
Atrevidinha
Desde quando eu era pequena, minha avó já olhava orgulhosa e dizia que eu era muito atrevida. Quando eu tinha 4 anos, colocava a mão na cintura e começava a falar. Sou atrevida com consciência de causa, porque ter língua afiada não é só para quem pensa, é para quem faz e para quem sabe o que fala. Cintia Liana
"A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes".
(Albert Einstein)
(Albert Einstein)
"Todo ser humano precisa da verdade sobre a sua existência para apropriar-se desta e organizar-se dentro de sua própria vida."
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
"A tranquildade de falar sobre a adoção nasce da capacidade de se desapegar das próprias crenças e medos, porque a criança está pronta para saber sobre os laços que a unem a família adotiva. Está pronta para a verdade. No fundo, ela já sabe de tudo."
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
"Adotar é acreditar que a história é mais forte que a hereditariedade, que o amor é mais forte que o destino."
(Lídia Weber)
(Lídia Weber)
"O filho biológico você ama porque é seu. O filho adotivo é seu porque você ama."
(Luiz Schettini Filho)
(Luiz Schettini Filho)
"A adoção transcende a natureza. É um requinte da evolução do ser humano, quando acolhe o diferente do seu próprio gene e ama por amar, e não por obrigação biológica."
(Jaime, 2000)
(Jaime, 2000)
"A relação com os pais adotivos será tão importante para a formação do caráter quanto o que aconteceu no passado difícil da criança, observo que até mais, pois estes é que irão conduzir a relação que esta criança terá com esse passado, a relação com o presente e a auxiliará no seu futuro."
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
Cintia Liana vestida de palhaça apresentando peça de fantoches em abrigo de crianças
Foto: Lídia Weber e Cintia Liana em Roma, Itália, no Congresso Internacional da INFAD
Sites e Links
- "Psicologia e Adoção": Grupo de discussão e apoio a pais adotivos (Entrada selecionada)
- ABMP - Associação Brasileira dos Magistrados e Promotores da Infância e da Juventude
- Adoção Brasil
- ANGAAD
- Criança em Foco
- Direito de Família (diversos assuntos)
- Direito Homoafetivo
- Eduardo Hirata
- Estatuto da Criança e do adolescente
- Exército da Salvação - Apadrinhamento
- Filhos Adotivos do Brasil
- Fundação ABRINQ
- Instituto Brasileiro de Direito de Família
- Instituto Recriando
- Observatório da Clínica
- Observatório de Saúde Mental
- ONLUS - Adozioni Internazionali
- Portal dos Direitos da Criança
- Pró Menino
- Psicologia On Line
- Rede Nacional de Frentes Parlamentares de Defesa da Criança e do Adolescente
- Rede Psi
- Secretaria Especial dos Direitos Humanos - SEDH
- Serviço de Orientação à Filiação Adotiva - SOFIA
- Site da Juíza Maria Berenice
- UNESCO
- UNICEF
Cintia Liana vestida de palhaça para se apresentar num abrigo de Salvador
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Blog Blogagem - Avise por emailHá 17 anos
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O porquê deste blog?Há 14 anos
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Cintia e sua mãe, Walkíria, animando abrigo de crianças em Salvador
A Psicóloga Cintia Liana se veste de palhaça e visita abrigo de crianças
Cintia Liana e sua mãe, a arteterapeuta Walkíria Andrade, se apresentam em abrigo de crianças
A psicóloga Cintia Liana se veste de palhaça e anima abrigo de crianças
Ensaio fotográfico "Fada da Adoção"






