Atenção! A Psicóloga Cintia Liana vive e trabalha na Itália, por esse motivo muitas vezes não pode aceitar convites para ministrar palestras e entrevistas que devem ser cedidas no Brasil, assim como realizar atendimentos psicológicos pessoalmente. Ela faz consultoria via skype para adotantes no Brasil, tem conhecimento de toda a parte legal, dá suporte psicológico, assim como clarifica toda a parte psicológica de quem passa pela experiência, fala sobre o desenvolvimento infantil e de adaptação do novo filho, tirando todas as dúvidas específicas deste momento tão especial e delicado, tornando todo o caminho a ser percorrido mais claro, seguro e sereno para todos.

"Uma criança é como o cristal e como a cera. Qualquer choque, por mais brando, a abala e comove, e a faz vibrar de molécula em molécula, de átomo em átomo; e qualquer impressão, boa ou má, nela se grava de modo profundo e indelével." (Olavo Bilac)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Abandono, institucionalização e adoção no Brasil: problemas e soluções

Google Imagens
Por Lídia Weber

"Toda criança precisa de adultos afetivos, de pais, que lhe ensinem as fronteiras entre o certo e o errado, que possam lhe enxugar uma lágrima em momentos de tristeza, que possam ouvir e compreender os seus sonhos mais fantásticos e os pesadelos mais  ssustadores. Pais são aquelas pessoas que devem ter um amor incondicional e que ajudam a construir a identidade e o desenvolvimento de uma criança, assim como se constrói um edifício, primeiro as fundações para sentir-se confiante e amada, depois as janelas para poder olhar para o mundo e, por fim, as portas, para sair para o mundo, confiante e com auto-estima sólida e forte para enfrentar essa realidade nem sempre benevolente.

É um direito dos casais que não podem ter filhos adotar bebês, mas é um dever do Estado proporcionar condições para que cada família mantenha seus filhos e, para as crianças já abandonadas, encontrar pais substitutos. Quanto à comunidade, é preciso trabalhar para que exista uma atitude de solidariedade ativa, nacional e internacional e para que haja famílias disponíveis às diversas formas de acolhimento. Todos nós devemos lutar por aquilo que estas crianças pedem: uma chance, um esforço, uma esperança, um pouco menos de medo, um pouco mais de coragem, um pouco menos de leis e um pouco mais de justiça. Quem sabe assim seja possível transformar os filhos de ninguém em filhos do coração!"

Lídia Weber em:
Weber, L.N.D. (2005). Abandono, institucionalização e adoção no Brasil: problemas e soluções. , 53-70.
O Social em Questão, 14

AbandonoinstitucionalizacaoeadocaonoBrasilproblemasesolucoes.pdf

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