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"Uma criança é como o cristal e como a cera. Qualquer choque, por mais brando, a abala e comove, e a faz vibrar de molécula em molécula, de átomo em átomo; e qualquer impressão, boa ou má, nela se grava de modo profundo e indelével." (Olavo Bilac)
"Un bambino è come il cristallo e come la cera. Qualsiasi shock, per quanto morbido sia
lo scuote e lo smuove, vibra di molecola in molecola, di atomo in atomo, e qualsiasi impressione,
buona o cattiva, si registra in lui in modo profondo e indelebile." (Olavo Bilac, giornalista e poeta brasiliano)
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quarta-feira, 16 de março de 2016
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
O momento ideal para iniciar a vida sócio escolar
"O momento ideal para iniciar a vida sócio escolar"
Por Cintia Liana Reis de Silva
Por Cintia Liana Reis de Silva
Publicado no Site Indika Bem no dia 25 de setembro de 2014.
Cada dia que passa as crianças vão o mais cedo possível à creche ou à escola, ou melhor os bebês, pois até 2 anos o menor ainda é um bebê. Cada criança segue esse percurso de acordo com as necessidades dos pais, por causa do trabalho ou até pelo fato de desejarem ter mais tempo para eles.
A crença de que os menores precisar ir logo à escola, mesmo sem a necessidade vem não só em virtude das mães de hoje precisarem trabalhar, mas também do pensamento de que a crianças pequenas precisam se socializar o mais rápido possível, mesmo quando têm uma mãe que pode passar todo o tempo com elas. Muitos acreditam que esse intenso contato com a mãe pode ser nocivo e torná-los muito dependentes um do outro, mas não é verdade.
Quando as crianças iniciam a vida escolar, eclodem as neuroses que nasceram naturalmente no seio da família. E essas neuroses vêm a tona de forma mais forte nesse contato social intenso e desnecessário para ela. É desnecessário estar sem a família por perto para gesti-la emocionalmente, sem figuras afetivas e de apego significativas para lhe darem suporte, e é nesse momento que as crianças começam a ficar doentes, não só pelos vírus que as rodeiam. O vírus ataca a pessoa que está com baixa imunidade e a baixa imunidade é característica de alguém que não está bem emocionalmente. O não estar equilibrado emocionalmente pode ser pelo fato desse contato social intenso ter começado antes da hora, antes da criança estar madura o suficiente para essa experiência e por não ter aproveitado mais a vida cotidiana despretensiosa em seu próprio lar.
Crianças até 2 anos precisam estar muito tempo com a mãe! É uma necessidade real, existencial e vital que só faz bem. A manutenção e o estabelecimento dessa proximidade com sua principal figura provedora de cuidados, que geralmente é a mãe, é o lastro firme para um futuro de uma mente equilibrada. O que faz mal é uma mãe super protetora e controladora, mas caso contrário, essa base e companhia, se forem sadias só darão à criança a possibilidade e a segurança de se relacionar bem com o resto do mundo. Por isso, não se sinta culpada por querer passar todo o tempo com o seu filho enquanto ele ainda é pequenino. Aproveite com sabedoria! Contra indicado é ele passar muito tempo com a “baby sitter” ou na creche.
Se ele tiver que ir a creche muito cedo, com 4 meses, tente encontrar tempo para estar próxima ao seu filho, tempo de qualidade, colocar ele para dormir sobre o teu peito. Procure não competir nas situação de conflito, não perder a paciência meio ao cansaço físico e mental. Crie alianças positivas.
É importante ter sempre em mente que a crianças refletem os medos, as ansiedades e os traumas da mãe, dos pais, do casal. No caso da mãe, muitas vezes ela se vê refletida nesse filho, projeta a sua criança ferida, conduz a relação em parte com base nesses medos e nessas feridas e fantasias, por isso faz-se necessário reflexão honesta ou até mesmo terapia para amadurecer esse olhar.
Se partirmos do princípio de que para o “apego seguro” se desenvolver bem são necessários 3 anos e meio de uma boa interação com uma disponibilidade afetiva incondicional e muito positiva com a figura de apego, de acordo com o pai da teoria do apego, John Bowlby, o ideal seria a criança passar bastante tempo com mãe até essa idade e ir a escola só após completar 3 anos e meio. Se socializar não se faz só na escola, mas dentro da família, com os primos, com os avós e tios, com os filhos dos amigos, no parque, no jardim perto de casa com outras crianças, na natação, na aula de dança.
Aproveitando, te convido a conhecer um pouco os tipos de apego. O apego em quatro padrões:
“Seguro – o bebê sinaliza a falta da mãe na separação, saúda ativamente a mãe na reunião, e então volta a brincar; Inseguro – evitante – o bebê exibe pouco ou nenhuma aflição quando separada da mãe e evita ativamente e ignora a mãe na reunião; Inseguro – resistente – o bebê sofre muito, tem muita aflição ou angústia pela separação e busca o contato na reunião, mas não pode ser acalmado pela mãe e pode exibir forte resistência; Inseguro – desorganizado – apresenta comportamento misto, ora como evitante, ora como resistente.” (Lantzman, 2014)
O apego resultante da interação bebê-mãe, varia de acordo com o tipo de cuidado materno e das características inerentes ao bebê.
Com 2 anos de idade se ganha naturalmente uma autonomia emocional maior, quando é indicado que ocorra o desmamem total para que se cresça ainda mais e sua mãe retome o seu espaço psíquico e os pais voltem a estar mais próximos como casal. Então, como tudo é algo a ser refletido e preparado com delicadeza e respeito, indico que cada mãe avalie e sinta quais são e por onde vão as suas emoções. Se ela sente que seu filho deseja estar mais tempo com outras crianças, se ele se sente seguro em passar umas 3 manhãs na creche para brincar e se ela lhe dá tempo para se adaptar a essa nova realidade, porque não? Se a mãe se sente preparada para esse passo, se está fisicamente cansada, não deve se sentir culpada e nem sentir medo de ser “abandonada”.
Se a criança for respeitada em seus medos e ansiedades, sem críticas e julgamentos, com pais que alimentam o autoconhecimento para amadurecerem com honestidade, com um envolvimento afetivo nutritivo, ela será feliz, se sentirá bem e segura e isso é o mais importante para o seu bom desenvolvimento bio-psíquico-sócio-afetivo.
Cintia Liana Reis de Silva
Referência:
Lantzman, Mauro. O apego. Disponível em: http://www.pet.vet.br/puc/oapego.pdf. Acesso em: 10 de setembro de 2014.
Fonte da imagem: www.cuidardebebe.com (Créditos e Divulgação)
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domingo, 26 de setembro de 2010
História real de adoção homoafetiva - Parte 4
Foto: Google Imagens
Parte 4
5) Bom, o nosso filho foi adotado com 4 anos e 4 meses (está com 7 anos e 4 meses) e a nossa filha nós conhecemos com 6 meses e conseguimos a guarda com 7 (Já tem certidão final também), hoje está com 1 ano e 7 meses.
Nunca sentimos preconceito algum, nem social nem jurídico (acho que tudo é questão de conduta). A escola que o nosso filho estuda (e a nossa filha vai estudar no próximo ano) é muito boa e trabalha com o conceito de respeito as diversidades.
As famílias extensivas e amigos amam os 2 e nada é escondido. O fato de não ser nada escondido também não quer dizer que gostamos de exposição. As poucas vezes que permitimos a publicação de algo teve que ser feito preservando nomes.
Temos aqui muito da presença feminina o que dá de certa forma uma referência feminina para nossos filhos, mas isto é somente um fato e não sei se é tão necessário porém no nosso caso acho bom. Li alguns artigos de psicólogas que falam sobre o assunto e dizem que o que existem são funções de pai e funções de mãe que podem ser exercidas tanto pelo pai quanto pela mãe (ou por ambos). Eu sou o mais rígido dos dois (Característica do Pai) porém sou o que não consegue tirar o olho um minuto com medo que aconteça algo (Característica da mãe).
Para terminar. Espero que um dia termine este termo “adoção homo-afetiva” pois eu sou a favor da adoção por pessoas ou casais que tenham realmente condição de ser pai e/ou mãe, seja esta adoção feitas por solteiros, homossexuais, casal homo-afetivo, casal hetero, adoção inter-racial e todas as formas de adoção aonde realmente exista a adoção de fato, mas sou contra as mesmas adoções quando a pessoa ou casal não tem condições de adotarem de fato. Em resumo, sou contra rótulos como se o simples fato de um casal homo, um casal hetero ou uma pessoa solteira poder ou não adotar, dê ou retire de todos os outros com o mesmo rótulo carimbo de capacidade. Quem vai definir não são os rótulos, e sim o estudo Psicossocial aliado a conduta do adotante.
Abs.
PS: Para quem quer saber mais, nós autorizamos que fosse feito um TCC sobre um estudo de caso (ou seja, deste nosso caso em relação a 1ª adoção ), este TCC foi feito por um psicólogo que, na época, estava terminando o curso de direito (hoje já advogado ). O TCC se transformou em artigo de uma revista jurídica e tem um link na Internet que passo abaixo. A Nosso pedido os nomes foram mudados. Eu sou o João do estudo.
Link: http://webserver.falnatal.com.br/revista_nova/a7_v3/artigo_Adocao_por_casal_homoafetivo_Izaumy.pdf
Texto original da exposição (todas as 4 partes expostas aqui também):
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=229210&tid=5486002928856943274&kw=adocao+homoafetiva
Maravilha, João! Obrigada novamente pela contribuição!
Cada vez mais percebo que quando existe preparo e coração aberto todas as portas se abrem!
Um abraço para toda a família!
Postado Por Cintia Liana
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Cintia Liana No Correio Braziliense
Meu primeiro livro
"Filhos da Esperança"
A psicóloga Cintia Liana, que atua na área de família e adoção desde 2002, já foi perita de uma vara da Infância no Brasil e hoje atua na Itália com adoção internacional, escreve sobre os caminhos da adoção no Brasil, a forma de avaliar os candidatos à adoção e a situação de abandono das crianças, com um olhar crítico e preocupado.
A autora também nos traz a reflexão dos aspectos antropológicos e subjetivos no processo de construção da família, da adaptação do filho adotivo, da revelação da adoção, postura diante da história da criança e sua família de origem, assim como outros pontos importantes deste universo a serem descobertos pelo leitor.
Ela utiliza o pensamento sistêmico como base.
Se trata de um excelente guia de reflexão e amadurecimento não só para quem deseja ter um filho através da adoção e para quem já adotou, mas também para profissionais e estudantes interessados na area, que queiram entender, se atualizar e se aprofundar neste cenário.
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
A autora também nos traz a reflexão dos aspectos antropológicos e subjetivos no processo de construção da família, da adaptação do filho adotivo, da revelação da adoção, postura diante da história da criança e sua família de origem, assim como outros pontos importantes deste universo a serem descobertos pelo leitor.
Ela utiliza o pensamento sistêmico como base.
Se trata de um excelente guia de reflexão e amadurecimento não só para quem deseja ter um filho através da adoção e para quem já adotou, mas também para profissionais e estudantes interessados na area, que queiram entender, se atualizar e se aprofundar neste cenário.
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
Doando o filho para adoção
Tenho recebido algumas mensagens de mulheres grávidas pedindo ajuda e orientação, porque desejam doar o filho, ainda no ventre, para adoção. Calma! Uma mulher grávida tem o direito de doar seu filho para que ele seja adotado. Fazer um plano de adoção para o filho que se espera não é crime. Após o nascimento da criança, a genitora deve ir até a Vara da Infância e Juventude de sua cidade e declarar a intenção de doá-la. Por isso, não entrem em desespero. Na Vara da Infância a genitora será orientada pelos profissionais responsáveis. Enquanto isso, muita coisa pode mudar, sua situação e até o seu desejo em ficar com o seu filho.
Importante
Aviso aos "navegantes" que não tenho informações, não conheço e nem tenho o interesse em saber ou indicar instituições ou crianças disponíveis para adoção. Este trabalho não me compete e nem a nenhuma pessoa física, somente a Justiça.
Trabalho numa associação de adoção internacional na Itália e agimos dentro da lei e seguimos à risca todo o procedimento legal.
Neste blog o meu trabalho é abrir a consciência de pessoas que a buscam e orientar pais, crianças e instituições. Isso vai além de qualquer outra coisa. O resto deixo com o Judiciário e profissionais que nele trabalham.
Para outros assuntos estou a disposição sempre.
lembrem-se, o primeiro passo para adotar uma criança é procurar a Vara da Infância e Juventude de sua cidade.
Trabalho numa associação de adoção internacional na Itália e agimos dentro da lei e seguimos à risca todo o procedimento legal.
Neste blog o meu trabalho é abrir a consciência de pessoas que a buscam e orientar pais, crianças e instituições. Isso vai além de qualquer outra coisa. O resto deixo com o Judiciário e profissionais que nele trabalham.
Para outros assuntos estou a disposição sempre.
lembrem-se, o primeiro passo para adotar uma criança é procurar a Vara da Infância e Juventude de sua cidade.
Para citar Cintia Liana e textos postados neste blog
Monografia:
Silva, Cintia L. R. de. Filhos da Esperança: Reflexões sobre família, adoção e crianças. Monografia do curso de Especialização em Psicologia Conjugal e Familiar. Faculdade Ruy Barbosa: Salvador, 2008, 58 p.
Textos de Cintia deste blog:
Silva, Cintia L. R. de. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em ... de ....... de ......
Outro autor com texto publicado neste blog:
Nome do autor. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em: ... de ....... de .....
Usem os textos a vontade, mas citem o respectivo autor, enriquece seu trabalho e demonstra respeito.
Silva, Cintia L. R. de. Filhos da Esperança: Reflexões sobre família, adoção e crianças. Monografia do curso de Especialização em Psicologia Conjugal e Familiar. Faculdade Ruy Barbosa: Salvador, 2008, 58 p.
Textos de Cintia deste blog:
Silva, Cintia L. R. de. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em ... de ....... de ......
Outro autor com texto publicado neste blog:
Nome do autor. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em: ... de ....... de .....
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Sobre Direitos Autorais de Fotos e Textos deste Blog
As fotos utilizadas neste blog são de diversas origens.
Algumas minhas com famílias e crianças, todas autorizadas pelos responsáveis, amigos meus do trabalho com adoção, inclusive fotos que ganho de presente de muitos deles.
Outras foram doadas por fotógrafos amigos meus ou achadas no Google, Getty Imagens e Flickr, são imagens que circulam abertamente na internet que uso como meras ilustrações para compor os posts, algumas são encontradas com o nome do fotógrafo ou proprietário outras, geralmente do Google, nem sempre. Quando encontro o nome do proprietário da foto faço questão de expor, afinal dar créditos ao autor é uma questão de responsabilidade e respeito a obra alheia e ao dono.
A maioria dos textos e críticas são de minha autoria, mas os que não são estão com os devidos nomes do autor.
Agradeço a todas as contribuições, sejam elas por amizade ou por identificação com a causa da adoção.
Agradeço também os comentários de todos.
Cintia Liana
Algumas minhas com famílias e crianças, todas autorizadas pelos responsáveis, amigos meus do trabalho com adoção, inclusive fotos que ganho de presente de muitos deles.
Outras foram doadas por fotógrafos amigos meus ou achadas no Google, Getty Imagens e Flickr, são imagens que circulam abertamente na internet que uso como meras ilustrações para compor os posts, algumas são encontradas com o nome do fotógrafo ou proprietário outras, geralmente do Google, nem sempre. Quando encontro o nome do proprietário da foto faço questão de expor, afinal dar créditos ao autor é uma questão de responsabilidade e respeito a obra alheia e ao dono.
A maioria dos textos e críticas são de minha autoria, mas os que não são estão com os devidos nomes do autor.
Agradeço a todas as contribuições, sejam elas por amizade ou por identificação com a causa da adoção.
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Cintia Liana
Listas e informações
Cintia Liana com 1 ano
Atrevidinha
Desde quando eu era pequena, minha avó já olhava orgulhosa e dizia que eu era muito atrevida. Quando eu tinha 4 anos, colocava a mão na cintura e começava a falar. Sou atrevida com consciência de causa, porque ter língua afiada não é só para quem pensa, é para quem faz e para quem sabe o que fala. Cintia Liana
"A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes".
(Albert Einstein)
(Albert Einstein)
"Todo ser humano precisa da verdade sobre a sua existência para apropriar-se desta e organizar-se dentro de sua própria vida."
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
"A tranquildade de falar sobre a adoção nasce da capacidade de se desapegar das próprias crenças e medos, porque a criança está pronta para saber sobre os laços que a unem a família adotiva. Está pronta para a verdade. No fundo, ela já sabe de tudo."
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
"Adotar é acreditar que a história é mais forte que a hereditariedade, que o amor é mais forte que o destino."
(Lídia Weber)
(Lídia Weber)
"O filho biológico você ama porque é seu. O filho adotivo é seu porque você ama."
(Luiz Schettini Filho)
(Luiz Schettini Filho)
"A adoção transcende a natureza. É um requinte da evolução do ser humano, quando acolhe o diferente do seu próprio gene e ama por amar, e não por obrigação biológica."
(Jaime, 2000)
(Jaime, 2000)
"A relação com os pais adotivos será tão importante para a formação do caráter quanto o que aconteceu no passado difícil da criança, observo que até mais, pois estes é que irão conduzir a relação que esta criança terá com esse passado, a relação com o presente e a auxiliará no seu futuro."
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
Cintia Liana vestida de palhaça apresentando peça de fantoches em abrigo de crianças
Foto: Lídia Weber e Cintia Liana em Roma, Itália, no Congresso Internacional da INFAD
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A Psicóloga Cintia Liana se veste de palhaça e visita abrigo de crianças
Cintia Liana e sua mãe, a arteterapeuta Walkíria Andrade, se apresentam em abrigo de crianças
A psicóloga Cintia Liana se veste de palhaça e anima abrigo de crianças
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