Páginas
domingo, 10 de janeiro de 2016
Não. Os bebês não são como nos é dito
sábado, 7 de março de 2015
Você quer ser mãe ou apenas ter um bebê?
© obvious: http://lounge.obviousmag.org/monica_montone/2015/02/voce-quer-ser-mae-ou-apenas-ter-um-bebe.html#ixzz3TgqRaiwT
Follow us: obviousmagazine on Facebook
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Não Deixe o seu bebê chorando!
Fonte: http://www.maternidadeconsciente.com.br/artigos/nao-deixe-seu-bebe-chorando/Quando um recém nascido aprende em um berçário que é inútil gritar, está sofrendo sua primeira experiência de submissão e abandono. (Michel Odent)
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Eu não educo meu filho para a independência
By milfwtf, July 21, 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Aquele abraço negado: A importância do contato entre mãe e bebê
terça-feira, 5 de junho de 2012
Vida pós-parto
No ventre de uma mulher grávida, dois bebés falavam:
- Acreditas na vida pós-parto?
- Claro. Tem que haver alguma coisa. Se calhar estamos aqui a preparar-nos para o que vamos ser.
- Disparate! Não há vida depois do parto. Como é que seria verdadeiramente essa vida?
- Não sei, mas com certeza deve haver mais luz que aqui. Talvez até consigas andar com os próprios pés e comer com a própria boca.
- Isso é absurdo! Andar é impossível! E comer com a boca!? Completamente ridículo! O cordão umbilical é que nos alimenta. Só te digo isto: A vida após o parto não é possível. O cordão umbilical é muito curto!
- Eu cá tenho a certeza que há alguma coisa. Com certeza apenas diferente daquilo a que estamos habituados aqui.
- Mas nunca ninguém voltou de lá para contar... o parto é o final e mais nada! Angústia prolongada na escuridão.
- Bom, não sei como é que vai ser depois do parto, mas tenho a certeza que a Mãe vai tratar de nós.
- Mãe? Você acredita nisso!? E onde é que ela supostamente está?!
- Onde? Em tudo à nossa volta! Vivemos nela e através dela. Sem ela nada existiria.
- Eu não acredito nisso! Nunca vi Mãe nenhuma porque simplesmente não existe.
- Então, mas quando estamos em silêncio não a consegues ouvir cantar e falar? E não a sentes a afagar o nosso mundo? Sabes, eu acho mesmo que nos espera a vida real e que esta é só uma prepararação para ela...
- Esquece! Isso são aquelas tretas da fé...
(Autor desconhecido)
domingo, 29 de abril de 2012
Benefícios de dar Banho de Balde no seu Bebê
Como funciona a técnica de banho de balde?
Trata-se de um banho muito aconchegante, as crianças gostam muito dessa modalidade. Pediatras já comprovaram que esse tipo de banho trás inúmeros benefícios às crianças.
No entanto existem alguns baldes próprios a esta atividade, eles já estão disponíveis em casas que vendem coisas para bebês.
E se o bebê chorar?
Até que idade se deve dar banho de balde nos bebês?
Com certeza essa será uma grande experiência tanto para os pais quanto para as crianças. Que apreciaram a idéia.
Benefícios para a criança:
- Proporciona bem estar.
- Dá a impressão do útero da mãe.
- Acalma a criança.
- Trás tranqüilidade.
- Diverte os bebês.
- Não deixa de ser um método prático para lavá-los.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Deficit di Accudimento
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Bebê abandonado é devolvido aos pais em Conceição do Jacuípe
Postado Por Cintia Liana
sábado, 23 de julho de 2011
Mães entregam 2 bebês por semana à adoção em SP
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Família tenta na Justiça guarda de criança que foi abandonada pela mãe
Casal, que perdeu dois filhos, começou a cuidar da criança que agora foi levada para abrigo
27/04/2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Bebê é encontrado no lixo em Praia Grande (SP)
Postado Por Cintia Liana
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Aumenta o número de casos de recém-nascidos deixados nas ruas
Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1485473-7823-AUMENTA+O+NUMERO+DE+CASOS+DE+RECEMNASCIDOS+DEIXADOS+NAS+RUAS,00.html
Postado Por Cintia Liana
terça-feira, 7 de setembro de 2010
As Vítimas da Inconseqüência
sábado, 28 de agosto de 2010
Mãe diz que salvou filho prematuro apenas com abraço
Bebê acorda nos braços da mãe duas horas depois que foi dado como morto pelos médicos.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
História de um Bebê
É de um autor desconhecido.
“Ele tinha quatro meses quando foi parar numa instituição de menores e pesava 7.600Kg. De repente, não quis mais se alimentar, cerrava os lábios, fechando a boquinha. Seu peso caiu para 2.800Kg. Ficou como se fosse um feto. Cabia na palma da mão de um homem. Seu corpinho não manifestava movimento algum, estava inerte, parado, vivo, mas era como se não o estivesse. Fora abandonado pela mãe naquele lugar. Os médicos fizeram de tudo, mas perceberam que aquela criança queria morrer.
Uma funcionária da casa, vendo a situação, começou a fazer um trabalho muito sério e cheio de amor. Iniciou uma conversa com aquela criança. “Neném, a vida é linda, vale a pena viver!”. Lambendo o seu corpinho ela fazia com a criança o mesmo que um animalzinho faz com seu filhote. Passava-lhe calor, calor humano.
Passaram-se os dias, a criança começou a reagir e a aceitar o chá no conta-gotas e logo em seguida o leite. Certo dia, quando ela o carregava junto ao peito, sua mãozinha escorregou e caiu dentro de seu seio. A criança estremeceu todo o seu corpinho que até então estava inerte. Ela também sentiu uma sensação de arrepio por todo o corpo. Então percebeu que a criança queria mamar no peito. No local havia seis mães que estavam amamentando. A criança foi levada para mamar, mas recusou a todas. Sem saber o que fazer, a funcionária enfiou a mão dentro da blusa e retirando o seio o colocou na boca da criança, que imediatamente o sugou como se daquele seio saísse muito leite. Daí em diante, ela o adotou.
Esta criança mamou durante três anos. Quando a criança queria o peito, ela dizia: “Querido, mamãe não tem mais leite”. A criança respondia: “tem amor mamã...!” Hoje, essa criança tem dezesseis anos e sabe que foi salva pelo remédio mais eficaz do mundo: o amor, o amor de sua mãe substituta.
Confirmada!
10 horas
Rio de Janeiro - RJ, Praia de Copacabana, com saída do Posto 6.
Contamos com a presença e divulgação de todos.
Livro da Psicóloga Cintia Liana sobre o percurso de construção da família através da adoção e seus aspectos psicológicos.
Para comprar ou visualizar:
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
(2ª Edição - 2012)
quarta-feira, 24 de março de 2010
Bebê disputado na Justiça
Notícia - 09 de agosto de 2009
Estava vendo uns vídeos sobre bebês no You Tube e achei esse. Bom postar aqui, pois aborda algumas facetas da justiça e casos até comuns.
Fazendo uma rápida e superficial análise, entendo que é prioridade para a criança ficar com a família extensa, caso alguém que faça parte dela deseje a prove ter condições de cuidar pois, como preconiza o ECA, antes da criança ser disponibilizada para a adoção tem que se esgotar todas as possibilidades de reinserção na família de origem.
Nesta caso do vídeo, me parece que ao invés da criança ser abrigada ela foi inserida em uma família em caráter temporário, o que podemos chamar de "pais de plantão", medida adotada em algumas cidades do País, por alguns Juízes, para que a criança se sinta bem acolhida em uma família, para não ter que ficar em abrigos, esperando que se verifique a possível reinserção em sua família de origem.
O problema é que no caso mostrado acima, depois do vículo ter crescido, os avós recorreram da primeira decisão e ganharam a guarda da criança, mesmo com mãe morando na mesma casa e sendo indiciada. O que no início foi um impecílio para a reinserção da criança depois não significou nada. Quem entende a justiça?
Enquanto isso a criança passa de um braço para o outro, sofrendo com os rompimentos dos vínculos afetivos. O casal adotivo também passa por uma grande frustração, podendo não mais acreditar na justiça formal.
Acredito que deveriam pensar muito mais na criança que nos avós. Será que ela perdeu mais ou ganhou em ficar com sua família de origem depois de estar vinculada ao casal guardião?
O que será que essa criança perde com esses rompimentos de vínculos só para satisfazer os avós e cumprir os artigos da legislação vigente?
E onde fica a teoria do apego?
Cadê um psicólogo para opinar?
O Juiz é tão poderoso assim que pode tomar a decisão por si só?
A criança foi abandonada pela mãe de origem e depois de estar mais afeiçoada ainda a mãe substituta foi arrancada de seus braços pela justiça.
Como depois a criança vai recuperar tudo o que perdeu?
Como vai superar essas perdas?
Será que esse Juiz pode nos responder?
Sinceramente observo que a lei neste caso em nenhum momento pensou na emoção da criança, ela é muito objetiva pra isso e protege os diretos mais práticos e não os direitos psicológicos.
Ainda temos muito o que melhorar nesse mundo.
Por Cintia Liana
___________
Dois trechos de minha monografia da pós-gradução que trazem informações do ponto de vista psicológico e nos esclarece o possível sentimento da criança abadonada e retirada novamente de outra família:
Boadella (1974, p. 8) diz que o direito básico da criança é de existir no mundo, de sentir a sua própria identidade. Ele afirma que a criança necessita do contato íntimo com a pele da mãe, e que isso é que vai formar a base do seu contato com o mundo. O sentimento de identidade madura é desenvolvida também através da sensação de se sentir cuidado, que pode ser pelo reconhecimento do toque e do olhar. Essa troca da mãe com a criança, esses contatos-aproximação são a base da personalização e promove a capacidade da criança relacionar-se de forma mais amorosa com o adulto. Esse contato com a mãe é muito rico e é importante que as duas se experimentem tendo uma alegria recíproca. Nesse contexto de envolvimento nos braços e no olhar da mãe, a criança irá aprender a “definir seus próprios limites, aprende a encarar-se e a outros seres humanos, e adquire seu sentimento de pertencer o mundo”.
No caso da família substituta, quando falamos de estabelecimento de novos vínculos parentais, nos remetemos a construção de laços afetivos e, posteriormente, não podemos deixar de fazer uma ligação com a idéia de formação do apego.
(...)
A idéia de Bowlby, de que a separação da mãe pode ser a morte daquela para a criança dá base a Robertson para afirmar que:
"Se a criança é retirada dos cuidados maternos nessa idade, quando está apegada de forma tão possessiva e apaixonada à mãe, é na verdade que como se o seu mundo desabasse. Sua intensa necessidade da mãe permanece insatisfeita e a frustração e saudade podem torná-la desesperada de dor. É necessário um exercício da imaginação para sentir a intensidade dessa aflição. A criança fica tão esmagada quanto qualquer adulto que tenha perdido, pela morte, uma pessoa amada. Para a criança de dois anos, com sua falta de entendimento e total incapacidade para tolerar a frustração, é como se a mãe realmente tivesse morrido. Ela não conhece a morte, mas apenas a ausência, e, se a única pessoa que pode satisfazer sua necessidade imperativa está ausente, é como se estivesse morta, tão esmagador é o seu sentimento de perda”. (ALMEIDA, 2002, p. 22)
Este é mais um trecho extraído da minha monografia de pós-graduação finalizada e 2008.
Para citar:
Silva, Cintia L. R. de. Filhos da esperança: Reflexões sobre família, adoção e crianças. Monografia do curso de Especialização em Psicologia Conjugal e Familiar. Faculdade Ruy Barbosa: Salvador, Bahia, 2008.
Por Cintia Liana
Sensores de Super Bebês
Foto: Cintia Liana e o lindo Leozinho, filho de Fabiana e Léo“Talvez só Cintia consiga explicar isso.
Eu descobri que meus filhos (os dois!) tem uma coisa, tipo um sexto sentido. Tipo um sonar. Vou explicar melhor.
Sensor de 'Bubu' - Leozinho, mesmo dormindo, consegue achar o bico em qualquer lugar da cama. É engraçado que ele, no maior sono, vai com o bracinho certinho no lugar onde está o 'bubu', mesmo que o dito cujo esteja entrelaçado nos lençóis. Mais interessante que isso é que ele não acha a boca com a mesma facilidade, e tenta chupar o bico com o olho e com o nariz, até acertar a boca.
Sensor de Presença – Isabelle é mais especializada, ela tem vários tipos de sensores. O mais forte é o de presença. Mesmo que ela esteja dormindo, se eu me afastar cerca de 3m dela, ela começa a resmungar. É incrível!
Sensor de Bunda – Isso eu sei que várias crianças têm. Se eu fico em pé com ela no braço, ela fica calma. Se eu sento, ela chora.
Sensor de Espinhos Invisíveis – Sim, o que mais pode existir no berço dela que faz ela chorar tanto quando eu vou colocar ela lá?
Sensor da Lua – 'Ops! Ta de noite? Perto das 03:00? Hora de brincar!!!!'
Graças a Deus que o sonar vai ficando mais fraco com o passar dos meses!
Fabiana Carqueija”
[Fabiana é mãe adotiva de Leozinho e mãe biológica de Isabelle. Não posso deixar de dizer que é uma mãe muito amorosa, dedicada e cada vez mais madura e preparada.]
Por Cintia Liana
Para me seguir no Facebook
@cintialiana
Translate
Pesquisar este blog
Cintia Liana No Correio Braziliense
Meu primeiro livro
"Filhos da Esperança"
A autora também nos traz a reflexão dos aspectos antropológicos e subjetivos no processo de construção da família, da adaptação do filho adotivo, da revelação da adoção, postura diante da história da criança e sua família de origem, assim como outros pontos importantes deste universo a serem descobertos pelo leitor.
Ela utiliza o pensamento sistêmico como base.
Se trata de um excelente guia de reflexão e amadurecimento não só para quem deseja ter um filho através da adoção e para quem já adotou, mas também para profissionais e estudantes interessados na area, que queiram entender, se atualizar e se aprofundar neste cenário.
http://www.agbook.com.br/book/43553--Filhos_da_Esperanca
Doando o filho para adoção
Importante
Trabalho numa associação de adoção internacional na Itália e agimos dentro da lei e seguimos à risca todo o procedimento legal.
Neste blog o meu trabalho é abrir a consciência de pessoas que a buscam e orientar pais, crianças e instituições. Isso vai além de qualquer outra coisa. O resto deixo com o Judiciário e profissionais que nele trabalham.
Para outros assuntos estou a disposição sempre.
lembrem-se, o primeiro passo para adotar uma criança é procurar a Vara da Infância e Juventude de sua cidade.
Para citar Cintia Liana e textos postados neste blog
Silva, Cintia L. R. de. Filhos da Esperança: Reflexões sobre família, adoção e crianças. Monografia do curso de Especialização em Psicologia Conjugal e Familiar. Faculdade Ruy Barbosa: Salvador, 2008, 58 p.
Textos de Cintia deste blog:
Silva, Cintia L. R. de. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em ... de ....... de ......
Outro autor com texto publicado neste blog:
Nome do autor. Nome do texto. Disponível em http://www.psicologiaeadocao.blogspot.com/. Acesso em: ... de ....... de .....
Usem os textos a vontade, mas citem o respectivo autor, enriquece seu trabalho e demonstra respeito.
Sobre Direitos Autorais de Fotos e Textos deste Blog
Algumas minhas com famílias e crianças, todas autorizadas pelos responsáveis, amigos meus do trabalho com adoção, inclusive fotos que ganho de presente de muitos deles.
Outras foram doadas por fotógrafos amigos meus ou achadas no Google, Getty Imagens e Flickr, são imagens que circulam abertamente na internet que uso como meras ilustrações para compor os posts, algumas são encontradas com o nome do fotógrafo ou proprietário outras, geralmente do Google, nem sempre. Quando encontro o nome do proprietário da foto faço questão de expor, afinal dar créditos ao autor é uma questão de responsabilidade e respeito a obra alheia e ao dono.
A maioria dos textos e críticas são de minha autoria, mas os que não são estão com os devidos nomes do autor.
Agradeço a todas as contribuições, sejam elas por amizade ou por identificação com a causa da adoção.
Agradeço também os comentários de todos.
Cintia Liana
Listas e informações
Cintia Liana com 1 ano
Atrevidinha
(Albert Einstein)
(Cintia Liana)
(Cintia Liana)
(Lídia Weber)
(Luiz Schettini Filho)
(Jaime, 2000)
(Cintia Liana)
Cintia Liana vestida de palhaça apresentando peça de fantoches em abrigo de crianças
Foto: Lídia Weber e Cintia Liana em Roma, Itália, no Congresso Internacional da INFAD
Sites e Links
- "Psicologia e Adoção": Grupo de discussão e apoio a pais adotivos (Entrada selecionada)
- ABMP - Associação Brasileira dos Magistrados e Promotores da Infância e da Juventude
- Adoção Brasil
- ANGAAD
- Criança em Foco
- Direito de Família (diversos assuntos)
- Direito Homoafetivo
- Eduardo Hirata
- Estatuto da Criança e do adolescente
- Exército da Salvação - Apadrinhamento
- Filhos Adotivos do Brasil
- Fundação ABRINQ
- Instituto Brasileiro de Direito de Família
- Instituto Recriando
- Observatório da Clínica
- Observatório de Saúde Mental
- ONLUS - Adozioni Internazionali
- Portal dos Direitos da Criança
- Pró Menino
- Psicologia On Line
- Rede Nacional de Frentes Parlamentares de Defesa da Criança e do Adolescente
- Rede Psi
- Secretaria Especial dos Direitos Humanos - SEDH
- Serviço de Orientação à Filiação Adotiva - SOFIA
- Site da Juíza Maria Berenice
- UNESCO
- UNICEF
Cintia Liana vestida de palhaça para se apresentar num abrigo de Salvador
Blogs
-
-
-
-
-
-
-
-
Blog Blogagem - Avise por emailHá 17 anos
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
O porquê deste blog?Há 14 anos
-
-
-
-
-
-
-
Cintia e sua mãe, Walkíria, animando abrigo de crianças em Salvador
A Psicóloga Cintia Liana se veste de palhaça e visita abrigo de crianças
Cintia Liana e sua mãe, a arteterapeuta Walkíria Andrade, se apresentam em abrigo de crianças
A psicóloga Cintia Liana se veste de palhaça e anima abrigo de crianças
Ensaio fotográfico "Fada da Adoção"










